Publicação
O papel da Educação Ambiental na saúde das populações
| Resumo: | A educação ambiental constitui uma forma participativa de educação direccionada para a tomada de consciência da importância do meio e dos recursos na sustentabilidade do Planeta e no aumento da qualidade de vida das populações. A pobreza e a necessidade de conseguir um rendimento de subsistência colocou São Tomé e Príncipe, no período pós-independência, na rota de colisão com a sustentabilidade ambiental pela via de desflorestação, mas também da contaminação dos seus recursos hídricos e da ineficiente gestão dos resíduos. A educação ambiental, como forma abrangente de educação e sensibilização dos cidadãos coloca-se, em São Tomé e Príncipe, como uma via para alterar padrões de comportamento, uma via para a criação de novas dinâmicas sociais que capacitem os poderes públicos e as populações para uma gestão cuidada dos solos, das florestas, dos cursos de água e dos resíduos, de forma a minimizarem os riscos para a saúde pública e maximizarem, de forma sustentável, os benefícios económicos das suas riquezas. |
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| Autores principais: | Cardoso, Manuela |
| Assunto: | Educação ambiental Saúde População São Tomé e Príncipe |
| Ano: | 2009 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | capítulo de livro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | ISCTE |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório ISCTE |
| Resumo: | A educação ambiental constitui uma forma participativa de educação direccionada para a tomada de consciência da importância do meio e dos recursos na sustentabilidade do Planeta e no aumento da qualidade de vida das populações. A pobreza e a necessidade de conseguir um rendimento de subsistência colocou São Tomé e Príncipe, no período pós-independência, na rota de colisão com a sustentabilidade ambiental pela via de desflorestação, mas também da contaminação dos seus recursos hídricos e da ineficiente gestão dos resíduos. A educação ambiental, como forma abrangente de educação e sensibilização dos cidadãos coloca-se, em São Tomé e Príncipe, como uma via para alterar padrões de comportamento, uma via para a criação de novas dinâmicas sociais que capacitem os poderes públicos e as populações para uma gestão cuidada dos solos, das florestas, dos cursos de água e dos resíduos, de forma a minimizarem os riscos para a saúde pública e maximizarem, de forma sustentável, os benefícios económicos das suas riquezas. |
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