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Breve nota crítica sobre a introdução da expressão “património intangível” em Portugal

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Uma concepção demasiado restritiva do conceito de "património cultural" por parte da UNESCO, em 1972, terá conduzido, por reacção de inversão, a uma questionável autonomização do "património cultural imaterial" ou "intangível" como descritor em processos classificatórios internacionais. A introdução do termo no direito português e, posteriormente, nas políticas de afirmação regional e autárquica, não chegou a ser precedida de uma discussão critica pluridisciplinar, amplificando-se assim os malentendidos em que tal perspectiva dicotómica pode induzir.
Autores principais:Ramos, Manuel João
Assunto:Património intangível Antropologia UNESCO Anthropology intangible heritage UNESCO
Ano:2004
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:ISCTE
Idioma:português
Origem:Repositório ISCTE
Descrição
Resumo:Uma concepção demasiado restritiva do conceito de "património cultural" por parte da UNESCO, em 1972, terá conduzido, por reacção de inversão, a uma questionável autonomização do "património cultural imaterial" ou "intangível" como descritor em processos classificatórios internacionais. A introdução do termo no direito português e, posteriormente, nas políticas de afirmação regional e autárquica, não chegou a ser precedida de uma discussão critica pluridisciplinar, amplificando-se assim os malentendidos em que tal perspectiva dicotómica pode induzir.