Publicação
A representação da África na música italiana contemporânea: das primeiras experiências coloniais ao fascismo
| Resumo: | Neste artigo aborda-se o tema das representações que a música italiana faz relativamente à África. A delimitação temporal tem, como termo a quo, as primeiras experiências coloniais italianas, nos finais do século XIX, e como termo ad quem o fim da experiência colonial fascista. Em termos metodológicos, privilegiou-se uma abordagem que considerasse o contexto histórico-cultural, para depois analisar o texto das canções mais relevantes. Não se tem dado demasiada importância à parte estritamente musical, uma vez que o mais interessante era, neste caso, procurar perceber a mensagem dos textos, e dai tentar deduzir o espírito duma época, transmitido mediante a música ligeira. O trabalho demonstra que as continuidades foram mais relevantes do que as inovações e rupturas na passagem da Itália liberal à fascista, no que diz respeito às representações que a música italiana tem vindo a fazer da África e do africano. |
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| Autores principais: | Bussotti, L. |
| Assunto: | Música italiana Representações África Colonialismo Fascismo |
| Ano: | 2016 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | ISCTE |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório ISCTE |
| Resumo: | Neste artigo aborda-se o tema das representações que a música italiana faz relativamente à África. A delimitação temporal tem, como termo a quo, as primeiras experiências coloniais italianas, nos finais do século XIX, e como termo ad quem o fim da experiência colonial fascista. Em termos metodológicos, privilegiou-se uma abordagem que considerasse o contexto histórico-cultural, para depois analisar o texto das canções mais relevantes. Não se tem dado demasiada importância à parte estritamente musical, uma vez que o mais interessante era, neste caso, procurar perceber a mensagem dos textos, e dai tentar deduzir o espírito duma época, transmitido mediante a música ligeira. O trabalho demonstra que as continuidades foram mais relevantes do que as inovações e rupturas na passagem da Itália liberal à fascista, no que diz respeito às representações que a música italiana tem vindo a fazer da África e do africano. |
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