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Projeto social participativo: Possíveis ensinamentos do SAAL

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Em Portugal, na década de 1970, o Serviço de Apoio Ambulatório Local (SAAL) constituiu um programa habitacional progressista, tendo instituído uma democracia participativa dentro de um quadro colaborativo entre o Estado, especialistas e a população, com o objetivo de solucionar o grave e urgente problema de falta de habitação. Centrando-nos em três casos de estudo [Távora: Prelada (Porto, 1975-1976), Hestnes Ferreira: Fonsecas e Calçada (Lisboa, 1974-1988) e Costa Cabral: Pego Longo (Queluz, 1975-1977)], examinamos possíveis reflexos dos percursos prévios destes arquitetos nas suas respetivas propostas de projeto urbano e habitacionais. Baseando a análise em material original, depositado em diversos arquivos e bibliotecas especializadas, o presente artigo oferece uma primeira sistematização da informação recolhida, promovendo uma metodologia de análise da relação entre investigação e prática da arquitetura/urbanismo, desenvolvida e experimentada em Portugal. Por fim, oferecem-se pistas para a recuperação destes projetos sociais participativos, como possíveis modelos a seguir na atualidade.
Autores principais:Saraiva, A.
Outros Autores:Almeida, P. B.; Marat-Mendes, T.
Assunto:Habitação SAAL Investigação Sustentabilidade Metabolismo urbano
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:documento de conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:ISCTE
Idioma:português
Origem:Repositório ISCTE
Descrição
Resumo:Em Portugal, na década de 1970, o Serviço de Apoio Ambulatório Local (SAAL) constituiu um programa habitacional progressista, tendo instituído uma democracia participativa dentro de um quadro colaborativo entre o Estado, especialistas e a população, com o objetivo de solucionar o grave e urgente problema de falta de habitação. Centrando-nos em três casos de estudo [Távora: Prelada (Porto, 1975-1976), Hestnes Ferreira: Fonsecas e Calçada (Lisboa, 1974-1988) e Costa Cabral: Pego Longo (Queluz, 1975-1977)], examinamos possíveis reflexos dos percursos prévios destes arquitetos nas suas respetivas propostas de projeto urbano e habitacionais. Baseando a análise em material original, depositado em diversos arquivos e bibliotecas especializadas, o presente artigo oferece uma primeira sistematização da informação recolhida, promovendo uma metodologia de análise da relação entre investigação e prática da arquitetura/urbanismo, desenvolvida e experimentada em Portugal. Por fim, oferecem-se pistas para a recuperação destes projetos sociais participativos, como possíveis modelos a seguir na atualidade.