Publicação
Saldos migratórios, 2000-2017
| Resumo: | Entre 2000 e 2017, o saldo migratório em Portugal registou grandes oscilações, passando de mais 67 mil indivíduos em 2000, a seis anos de saldos negativos, entre 2011 e 2016, e voltando a ser positivo (+4,886) em 2017. Segundo os dados do Eurostat sobre as migrações nos países da UE e EFTA no triénio 2015-17, Portugal integra o grupo de países europeus com saldos migratórios mais negativos, tanto em termos absolutos como relativos. Quando se retiram os efeitos dos fluxos de retorno e de re-emigração, Portugal tem valores ainda mais negativos, sendo apenas ultrapassado pela Lituânia, Roménia, Croácia e Letónia. |
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| Autores principais: | Pires, Rui Pena |
| Outros Autores: | Vidigal, Inês |
| Assunto: | Saldo migratório Portugal União Europeia |
| Ano: | 2020 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | relatório |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | ISCTE |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório ISCTE |
| Resumo: | Entre 2000 e 2017, o saldo migratório em Portugal registou grandes oscilações, passando de mais 67 mil indivíduos em 2000, a seis anos de saldos negativos, entre 2011 e 2016, e voltando a ser positivo (+4,886) em 2017. Segundo os dados do Eurostat sobre as migrações nos países da UE e EFTA no triénio 2015-17, Portugal integra o grupo de países europeus com saldos migratórios mais negativos, tanto em termos absolutos como relativos. Quando se retiram os efeitos dos fluxos de retorno e de re-emigração, Portugal tem valores ainda mais negativos, sendo apenas ultrapassado pela Lituânia, Roménia, Croácia e Letónia. |
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