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Field research: Uma abordagem às metodologias qualitativas com recurso a ferramentas etnográficas

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Pesquisa de Terreno é uma optativa livre oferecida pela Escola de Sociologia e Políticas Públicas, que pode ser frequentada por qualquer estudante nacional ou internacional que queira desenvolver competências no âmbito das metodologias qualitativas para as ciências sociais e humanas. Coordenada durante anos pela Professora Graça Cordeiro, antropóloga, esta unidade curricular agrega estudantes dos mais variados cursos de mestrado, mas também alguns de doutoramento e de licenciatura, chegando a ter quatro turmas, por vezes ultrapassando um total de cem alunos por semestre. A coordenadora tem convidado vários docentes para ajudar a lecionar as diferentes turmas, que operam todas no primeiro semestre. Desde o ano letivo de 2016/2017 que Pesquisa de Terreno é oferecida também em língua inglesa, havendo sempre uma turma que me cabe lecionar, a convite da coordenadora. Neste artigo descreverei a experiência que tenho tido ao longo dos anos, procurando dar conta dos desafios ao nível da língua e ao nível da qualidade da comunicação docente – estudantes, em confronto com o modelo pedagógico do Iscte. O foco do artigo será, contudo, nas práticas pedagógicas desenvolvidas. Ao longo de dez sessões, quatro sessões incluem exercícios práticos durante o tempo da sessão, permitindo uma abordagem que subalterniza o método expositivo e premeia o debate e a participação de formas diversas. Fora das aulas, os alunos desenvolvem um exercício etnográfico de curta duração, e os resultados serão igualmente apresentados e analisados, indicando possíveis melhorias no futuro desta UC, lecionada em língua inglesa.
Autores principais:Cachado, R.
Assunto:Pesquisa de terreno Atividades pedagógicas em sala de aula
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:ISCTE
Idioma:português
Origem:Repositório ISCTE
Descrição
Resumo:Pesquisa de Terreno é uma optativa livre oferecida pela Escola de Sociologia e Políticas Públicas, que pode ser frequentada por qualquer estudante nacional ou internacional que queira desenvolver competências no âmbito das metodologias qualitativas para as ciências sociais e humanas. Coordenada durante anos pela Professora Graça Cordeiro, antropóloga, esta unidade curricular agrega estudantes dos mais variados cursos de mestrado, mas também alguns de doutoramento e de licenciatura, chegando a ter quatro turmas, por vezes ultrapassando um total de cem alunos por semestre. A coordenadora tem convidado vários docentes para ajudar a lecionar as diferentes turmas, que operam todas no primeiro semestre. Desde o ano letivo de 2016/2017 que Pesquisa de Terreno é oferecida também em língua inglesa, havendo sempre uma turma que me cabe lecionar, a convite da coordenadora. Neste artigo descreverei a experiência que tenho tido ao longo dos anos, procurando dar conta dos desafios ao nível da língua e ao nível da qualidade da comunicação docente – estudantes, em confronto com o modelo pedagógico do Iscte. O foco do artigo será, contudo, nas práticas pedagógicas desenvolvidas. Ao longo de dez sessões, quatro sessões incluem exercícios práticos durante o tempo da sessão, permitindo uma abordagem que subalterniza o método expositivo e premeia o debate e a participação de formas diversas. Fora das aulas, os alunos desenvolvem um exercício etnográfico de curta duração, e os resultados serão igualmente apresentados e analisados, indicando possíveis melhorias no futuro desta UC, lecionada em língua inglesa.