Publicação
Erradicação da poliomielite: razões e maneiras de pôr em prática: uma análise teórica
| Resumo: | Prevenir e curar uma doença é um grande desafio e um grande feito, ao permitir apoiar o desenvolvimento pessoal de um indivíduo protegendo-o do grande peso para a vida humana que a doença representa. Este raciocínio aplica-se em particular à poliomielite, uma condição debilitante e já invisível no mundo desenvolvido, graças à introdução e disseminação de duas vacinas efectivas contra o poliovírus durante a década de 1950. A possibilidade de erradicar esta doença do planeta motivou a comunidade internacional a lançar, em 1988, a Iniciativa Global de Erradicação da Poliomielite (Global Polio Eradication Initiative - GPEI), uma parceria público-privada de organizações e países que colaboram em campanhas de vacinação, actividades de vigilância e de consciencialização das comunidades, que tem desde então trabalhado para conduzir o número total de casos de poliomielite a zero. O trabalho aqui apresentado procura perceber as motivações que levaram ao estabelecimento de um programa de erradicação da poliomielite, incluindo o enquadramento teórico que apoia esta decisão. Procura igualmente analisar os problemas com que o GPEI se depara, nomeadamente a recusa da vacinação pelas populações e a falta de cooperação com a Iniciativa. Uma atenção particular é prestada ao boicote ocorrido no norte da Nigéria entre 2003 e 2004, bem como às suas consequências locais e globais. |
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| Autores principais: | Barreiros, Ana Filipa Correia |
| Assunto: | Erradicação Organizações internacionais Poliomielite Política de saúde Saúde Pública Vacinação Eradication Health policy Immunization International organizations Poliomyelitis Public Health |
| Ano: | 2012 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | ISCTE |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório ISCTE |
| Resumo: | Prevenir e curar uma doença é um grande desafio e um grande feito, ao permitir apoiar o desenvolvimento pessoal de um indivíduo protegendo-o do grande peso para a vida humana que a doença representa. Este raciocínio aplica-se em particular à poliomielite, uma condição debilitante e já invisível no mundo desenvolvido, graças à introdução e disseminação de duas vacinas efectivas contra o poliovírus durante a década de 1950. A possibilidade de erradicar esta doença do planeta motivou a comunidade internacional a lançar, em 1988, a Iniciativa Global de Erradicação da Poliomielite (Global Polio Eradication Initiative - GPEI), uma parceria público-privada de organizações e países que colaboram em campanhas de vacinação, actividades de vigilância e de consciencialização das comunidades, que tem desde então trabalhado para conduzir o número total de casos de poliomielite a zero. O trabalho aqui apresentado procura perceber as motivações que levaram ao estabelecimento de um programa de erradicação da poliomielite, incluindo o enquadramento teórico que apoia esta decisão. Procura igualmente analisar os problemas com que o GPEI se depara, nomeadamente a recusa da vacinação pelas populações e a falta de cooperação com a Iniciativa. Uma atenção particular é prestada ao boicote ocorrido no norte da Nigéria entre 2003 e 2004, bem como às suas consequências locais e globais. |
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