Publicação
O fundo de investimento mobiliário como instrumento de eficiência fiscal na gestão de carteiras de investidores particulares
| Resumo: | A gestão de carteiras assume a responsabilidade de gerir os activos e instrumentos financeiros de acordo com as necessidades e desejos de cada cliente, apresentando as soluções mais adequadas de acordo com o perfil de risco, objectivos de rendibilidade e os horizontes temporais de investimento. Neste contexto, o factor fiscal não pode ser relegado para segundo plano, pois o seu impacto é real, devendo este ser tido em conta na tomada de decisão, porque o que mais importa é o retorno “real” do investimento. A gestão discricionária de carteiras através de fundos de investimento, não só partilha dos mesmos princípios básicos da gestão de carteiras tradicional, como adicionalmente beneficia de vantagens fiscais, financeiras e de risco que podem ser aproveitadas pelos investidores. Em Portugal, os fundos constituídos de acordo com a legislação nacional, beneficiam de um regime especial de tributação assente no princípio que, os participantes do fundo se encontram na mesma situação fiscal, caso fossem investidores directos. Pretende-se com esta tese, demonstrar a eficiência fiscal subjacente a uma gestão de carteiras de investimento para investidores particulares, quando esta é realizada através de um Fundo de Investimento Mobiliário nacional. O trabalho centrar-se-á no estudo dos princípios básicos da gestão de carteiras, na análise do enquadramento fiscal do investidor particular, no estudo exaustivo do regime fiscal dos Fundos de Investimento Mobiliário e por último na demonstração das diferenças da fiscalidade entre o investimento directo e o investimento indirecto. |
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| Autores principais: | Santos, Sandro Filipe de Jesus Silva |
| Assunto: | Gestão de carteiras Fundo de investimento mobiliário Investimento directo Eficiência fiscal Portfolio management Mutual fund Direct investment Tax efficiency |
| Ano: | 2012 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | ISCTE |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório ISCTE |
| Resumo: | A gestão de carteiras assume a responsabilidade de gerir os activos e instrumentos financeiros de acordo com as necessidades e desejos de cada cliente, apresentando as soluções mais adequadas de acordo com o perfil de risco, objectivos de rendibilidade e os horizontes temporais de investimento. Neste contexto, o factor fiscal não pode ser relegado para segundo plano, pois o seu impacto é real, devendo este ser tido em conta na tomada de decisão, porque o que mais importa é o retorno “real” do investimento. A gestão discricionária de carteiras através de fundos de investimento, não só partilha dos mesmos princípios básicos da gestão de carteiras tradicional, como adicionalmente beneficia de vantagens fiscais, financeiras e de risco que podem ser aproveitadas pelos investidores. Em Portugal, os fundos constituídos de acordo com a legislação nacional, beneficiam de um regime especial de tributação assente no princípio que, os participantes do fundo se encontram na mesma situação fiscal, caso fossem investidores directos. Pretende-se com esta tese, demonstrar a eficiência fiscal subjacente a uma gestão de carteiras de investimento para investidores particulares, quando esta é realizada através de um Fundo de Investimento Mobiliário nacional. O trabalho centrar-se-á no estudo dos princípios básicos da gestão de carteiras, na análise do enquadramento fiscal do investidor particular, no estudo exaustivo do regime fiscal dos Fundos de Investimento Mobiliário e por último na demonstração das diferenças da fiscalidade entre o investimento directo e o investimento indirecto. |
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