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Educação inclusiva em alunos com autismo e deficiência intelectual

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Esta investigação analisa o impacto da implementação da Educação Inclusiva de alunos com Autismo e Deficiência Intelectual (DI), no contexto do Decreto Legislativo n.º 5/2023/A de 17 de fevereiro, na Região Autónoma dos Açores (RAA), com o foco nas perceções de pais, professores e técnicos, em que se inclui a autonarradora. Sustentada por revisão teórica sobre o processo histórico, os modelos, as políticas públicas da deficiência e, ainda, a conceptualização sobre o autismo e deficiência intelectual e práticas educativas inclusivas, o estudo recorreu à metodologia qualitativa através da investigação- ação. Os resultados evidenciam um consenso do valor da inclusão educativa, mas, revelam, também, um hiato entre o discurso normativo e as práticas desenvolvidas. Foram ainda identificadas barreiras persistentes relacionadas com a falta de recursos humanos e materiais, escassez de formação contínua, inadequação de espaços físicos e algumas fragilidades na articulação entre escola e família. Apesar dos desafios apresentados, emergem práticas promissoras como, metodologias estruturadas, estratégias diferenciadas, adaptações curriculares, sistemas de comunicação aumentativo e alternativo, adaptação e criação de espaços físicos, promoção de culturas escolares abertas e colaborativas, entre outros. O estudo faz uma reflexão crítica sublinhando a importância de políticas e ações consistentes para tornar a inclusão efetiva no nosso quotidiano escolar.
Autores principais:Macedo , Maria Emanuel Loura
Assunto:Educação inclusiva -- Inclusive education Inclusão Autismo -- Autism Deficiência intelectual -- Intellectual deficiency Inclusion
Ano:2025
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:ISCTE
Idioma:português
Origem:Repositório ISCTE
Descrição
Resumo:Esta investigação analisa o impacto da implementação da Educação Inclusiva de alunos com Autismo e Deficiência Intelectual (DI), no contexto do Decreto Legislativo n.º 5/2023/A de 17 de fevereiro, na Região Autónoma dos Açores (RAA), com o foco nas perceções de pais, professores e técnicos, em que se inclui a autonarradora. Sustentada por revisão teórica sobre o processo histórico, os modelos, as políticas públicas da deficiência e, ainda, a conceptualização sobre o autismo e deficiência intelectual e práticas educativas inclusivas, o estudo recorreu à metodologia qualitativa através da investigação- ação. Os resultados evidenciam um consenso do valor da inclusão educativa, mas, revelam, também, um hiato entre o discurso normativo e as práticas desenvolvidas. Foram ainda identificadas barreiras persistentes relacionadas com a falta de recursos humanos e materiais, escassez de formação contínua, inadequação de espaços físicos e algumas fragilidades na articulação entre escola e família. Apesar dos desafios apresentados, emergem práticas promissoras como, metodologias estruturadas, estratégias diferenciadas, adaptações curriculares, sistemas de comunicação aumentativo e alternativo, adaptação e criação de espaços físicos, promoção de culturas escolares abertas e colaborativas, entre outros. O estudo faz uma reflexão crítica sublinhando a importância de políticas e ações consistentes para tornar a inclusão efetiva no nosso quotidiano escolar.