Publicação
Proposta de musealização de Fornos de Carvão Vegetal, Torres Vedras
| Resumo: | A freguesia do Ramalhal, pertencente ao concelho de Torres Vedras, distrito de Lisboa, apresenta como uma das principais actividades económicas a produção de carvão vegetal. Desta freguesia faz parte a aldeia de Vila Facaia, na qual subsiste um conjunto de seis fornos que labora esta actividade. Esta produção apresenta duas fases de implementação no território, visíveis através do estudo arquitectónico dos fornos onde o carvão é produzido. Estes fornos apresentam duas fases de construção. A primeira remonta aos anos 40/50 do século XX, a segunda fase de implementação remonta aos anos 70/80 do final do século XX, aquando do impulso industrial que se fez notar após o 25 de Abril. O carvão vegetal é obtido através da queima da madeira. Inicialmente a matéria-prima utilizada era o sobro e o azinho, vindos do Alentejo. Mais recentemente começou a ser utilizada a madeira disponível da freguesia, o eucalipto. É neste âmbito que surge a necessidade de preservar este tipo de produção, através de uma proposta de musealização de sítio. Esta reflexão resulta da preocupação em salvaguardar este espaço e actividade característico da freguesia, não deixando de valorizar a população envolvida e o património cultural e natural. |
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| Autores principais: | Santos, Luiza Alexandra Bernardes dos |
| Assunto: | Carvão vegetal Musealização Torres Vedras Portugal Charcoal Musealisation |
| Ano: | 2009 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | ISCTE |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório ISCTE |
| Resumo: | A freguesia do Ramalhal, pertencente ao concelho de Torres Vedras, distrito de Lisboa, apresenta como uma das principais actividades económicas a produção de carvão vegetal. Desta freguesia faz parte a aldeia de Vila Facaia, na qual subsiste um conjunto de seis fornos que labora esta actividade. Esta produção apresenta duas fases de implementação no território, visíveis através do estudo arquitectónico dos fornos onde o carvão é produzido. Estes fornos apresentam duas fases de construção. A primeira remonta aos anos 40/50 do século XX, a segunda fase de implementação remonta aos anos 70/80 do final do século XX, aquando do impulso industrial que se fez notar após o 25 de Abril. O carvão vegetal é obtido através da queima da madeira. Inicialmente a matéria-prima utilizada era o sobro e o azinho, vindos do Alentejo. Mais recentemente começou a ser utilizada a madeira disponível da freguesia, o eucalipto. É neste âmbito que surge a necessidade de preservar este tipo de produção, através de uma proposta de musealização de sítio. Esta reflexão resulta da preocupação em salvaguardar este espaço e actividade característico da freguesia, não deixando de valorizar a população envolvida e o património cultural e natural. |
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