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Tradição e potencial: Trampolim: O concurso público como projeto académico

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Um trampolim. Um salto (bem alto) da sala de aula para o que se entende como a realidade profissional de um arquiteto. Numa primeira fase, em nove meses, doze estudantes abraçaram esse desafio composto por sete concursos públicos que endereçaram diferentes problemáticas, diferentes terrenos e escalas urbanas, diferentes regulamentos e regras impostas. Cada concurso apresentou horizontes temporais próprios, de duas semanas a dois meses, sendo que cada um pautado com conteúdos programáticos distintos, desde uma escola e uma fábrica a um edifício de habitação coletiva. Essa imersão na vida real transmitiu a capacidade de compreender que a liberdade do arquiteto é frequentemente questionada. Pretende-se, numa segunda fase, refletir individualmente sobre a liberdade criativa dos arquitetos nos concursos públicos e o impacto das decisões do júri na diversidade e inovação do espaço urbano, dando ênfase à (possível) monotonia deste. A conclusão sublinha a importância de promover um equilíbrio entre tradição e inovação, incentivando decisões que valorizem tanto a funcionalidade como a identidade cultural, de modo a enriquecer as cidades com projetos diversificados e inovadores.
Autores principais:Leite, Joana Catarina Marmeleiro
Assunto:Concursos públicos Programa Espaço urbano Liberdade -- Freedom Criatividade -- Creativity Public competitions Program Urban space
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:ISCTE
Idioma:português
Origem:Repositório ISCTE
Descrição
Resumo:Um trampolim. Um salto (bem alto) da sala de aula para o que se entende como a realidade profissional de um arquiteto. Numa primeira fase, em nove meses, doze estudantes abraçaram esse desafio composto por sete concursos públicos que endereçaram diferentes problemáticas, diferentes terrenos e escalas urbanas, diferentes regulamentos e regras impostas. Cada concurso apresentou horizontes temporais próprios, de duas semanas a dois meses, sendo que cada um pautado com conteúdos programáticos distintos, desde uma escola e uma fábrica a um edifício de habitação coletiva. Essa imersão na vida real transmitiu a capacidade de compreender que a liberdade do arquiteto é frequentemente questionada. Pretende-se, numa segunda fase, refletir individualmente sobre a liberdade criativa dos arquitetos nos concursos públicos e o impacto das decisões do júri na diversidade e inovação do espaço urbano, dando ênfase à (possível) monotonia deste. A conclusão sublinha a importância de promover um equilíbrio entre tradição e inovação, incentivando decisões que valorizem tanto a funcionalidade como a identidade cultural, de modo a enriquecer as cidades com projetos diversificados e inovadores.