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Estratégia sobre envelhecimento: Velhice e políticas sociais no concelho de Cascais. Relatório final

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O relatório apresenta a Estratégia sobre Envelhecimento no Concelho de Cascais, desenvolvida entre 2021 e 2023, com base em diagnóstico participativo e análise multidimensional. O documento aborda políticas sociais, demografia, cuidados formais e informais, idadismo e iniciativas locais para promover um envelhecimento ativo e saudável. Destaca-se que a população idosa representa já 23% dos habitantes, com forte crescimento nos grupos acima dos 75 anos, enquanto se verifica estagnação nas faixas mais jovens. Persistem estereótipos e práticas idadistas, associando velhice a doença, dependência e inutilidade, o que exige estratégias de combate. O sistema de cuidados revela fragilidades: baixa cobertura, falta de profissionais, custos elevados e sobrecarga dos cuidadores informais, maioritariamente mulheres. Entre os principais desafios estão a habitação, mobilidade, acessibilidade, isolamento social e articulação entre áreas sociais e urbanismo. As recomendações incluem uma abordagem integrada que vá além da saúde, envolvendo mobilidade, educação, tecnologia e cultura; criação de infraestruturas adequadas para envelhecer em casa; apoio aos cuidadores; e comunicação anti-idadismo. O relatório também apresenta iniciativas locais, como programas de envelhecimento ativo, transportes gratuitos, projetos intergeracionais e serviços digitais de saúde. Apesar de 80% dos inquiridos considerarem Cascais um bom município para envelhecer, apontam lacunas em habitação e serviços de saúde, reforçando a necessidade de políticas inovadoras e inclusivas.
Autores principais:Sugahara, Gustavo
Assunto:Envelhecimento ativo Idadismo -- Ageism Cuidados informais Políticas sociais
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:relatório
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:ISCTE
Idioma:português
Origem:Repositório ISCTE
Descrição
Resumo:O relatório apresenta a Estratégia sobre Envelhecimento no Concelho de Cascais, desenvolvida entre 2021 e 2023, com base em diagnóstico participativo e análise multidimensional. O documento aborda políticas sociais, demografia, cuidados formais e informais, idadismo e iniciativas locais para promover um envelhecimento ativo e saudável. Destaca-se que a população idosa representa já 23% dos habitantes, com forte crescimento nos grupos acima dos 75 anos, enquanto se verifica estagnação nas faixas mais jovens. Persistem estereótipos e práticas idadistas, associando velhice a doença, dependência e inutilidade, o que exige estratégias de combate. O sistema de cuidados revela fragilidades: baixa cobertura, falta de profissionais, custos elevados e sobrecarga dos cuidadores informais, maioritariamente mulheres. Entre os principais desafios estão a habitação, mobilidade, acessibilidade, isolamento social e articulação entre áreas sociais e urbanismo. As recomendações incluem uma abordagem integrada que vá além da saúde, envolvendo mobilidade, educação, tecnologia e cultura; criação de infraestruturas adequadas para envelhecer em casa; apoio aos cuidadores; e comunicação anti-idadismo. O relatório também apresenta iniciativas locais, como programas de envelhecimento ativo, transportes gratuitos, projetos intergeracionais e serviços digitais de saúde. Apesar de 80% dos inquiridos considerarem Cascais um bom município para envelhecer, apontam lacunas em habitação e serviços de saúde, reforçando a necessidade de políticas inovadoras e inclusivas.