Publicação
Empresas de hotelaria: Uma análise económica e financeira
| Resumo: | A heterogeneidade das zonas e da oferta turística portuguesa reflecte-se nas características económico-financeiras das empresas de hotelaria que actuam no mercado, com as regiões mais desenvolvidas a nível turístico a apresentarem, no global, receitas mais elevadas, e maior capacidade de investimento e recurso ao endividamento, ainda assim acompanhadas por outras regiões que surgem com uma performance significativa. Esta situação está principalmente patente no facto das principais regiões ao nível de receitas, o Algarve e a cidade de Lisboa, serem ultrapassadas ao nível de margem de EBITDA pelos Açores e pela Madeira. Ao nível da categoria das unidades hoteleiras consideradas neste estudo assiste-se, igualmente, a características bastante diferentes e com contrastes interessantes, perante as três categorias analisadas, três, quatro e cinco estrelas, reflectirem performances e estruturas financeiras bastante opostas. Ou seja, as empresas analisadas transmitem realidades bastante distintas, demonstrando que as empresas que formam o tecido hoteleiro português oferecem uma grande variedade de produtos turísticos e focam-se em segmentos-alvo diferenciados. Em termos de aposta futura surge de significativa importância o desenvolvimento de segmentos-alvo relacionados com o MICE1, a Cultura e a Natureza, e não tanto o segmento Sol e Praia (com uma relação tão íntima para o turismo de massas), de modo a serem criadas novas zonas turísticas e serem combatidas as perspectivas de crescimento de Portugal, em termos de número de turistas (crescimento a uma taxa inferior à mundial e mesmo à dos países do sul da Europa). |
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| Autores principais: | Pinto, Susana Maria Ferreira Varela |
| Assunto: | Portugal Turismo -- Tourism Hotelaria -- Hotel industry Desempenho económico Economic performance |
| Ano: | 2009 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | ISCTE |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório ISCTE |
| Resumo: | A heterogeneidade das zonas e da oferta turística portuguesa reflecte-se nas características económico-financeiras das empresas de hotelaria que actuam no mercado, com as regiões mais desenvolvidas a nível turístico a apresentarem, no global, receitas mais elevadas, e maior capacidade de investimento e recurso ao endividamento, ainda assim acompanhadas por outras regiões que surgem com uma performance significativa. Esta situação está principalmente patente no facto das principais regiões ao nível de receitas, o Algarve e a cidade de Lisboa, serem ultrapassadas ao nível de margem de EBITDA pelos Açores e pela Madeira. Ao nível da categoria das unidades hoteleiras consideradas neste estudo assiste-se, igualmente, a características bastante diferentes e com contrastes interessantes, perante as três categorias analisadas, três, quatro e cinco estrelas, reflectirem performances e estruturas financeiras bastante opostas. Ou seja, as empresas analisadas transmitem realidades bastante distintas, demonstrando que as empresas que formam o tecido hoteleiro português oferecem uma grande variedade de produtos turísticos e focam-se em segmentos-alvo diferenciados. Em termos de aposta futura surge de significativa importância o desenvolvimento de segmentos-alvo relacionados com o MICE1, a Cultura e a Natureza, e não tanto o segmento Sol e Praia (com uma relação tão íntima para o turismo de massas), de modo a serem criadas novas zonas turísticas e serem combatidas as perspectivas de crescimento de Portugal, em termos de número de turistas (crescimento a uma taxa inferior à mundial e mesmo à dos países do sul da Europa). |
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