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Jorge Luís Borges e Sur

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Aborda-se o advento do modernismo literário na Argentina, iniciado com a publicação da «revista de parede» que o seu promotor Jorge Luís Borges denominou Prisma e que o mestre argentino - acompanhado de quatro amigos armados com brochas e baldes de cola - aplicou sobre as paredes de Buenos Aires durante a madrugada de 25 de novembro de 1921 (WILLIAMSON, 2004, p.100). Prisma, que consistia de um grande cartaz com textos ultraístas de autores argentinos e espanhóis e xilogravura de Norah Borges (irmã do escritor), antecede outras iniciativas editoriais periódicas que culminarão, dez anos mais tarde, com a notável revista Sur, que Victoria Ocampo fundou, dirigiu e patrocinou. Procede-se no artigo a uma caracterização do vasto alcance que a sua publicação regular entre 1931 e 1971 - que excederá largamente as fronteiras da nação cujo ermo território de estepe se estende mais para Sul no planeta – atingiu, e da importância determinante que desempenhou na vida pessoal e concretização literária da sua mecenas e respetivo círculo de colaboradores e amigos, em particular de Jorge Luís Borges.
Autores principais:Saldanha, J. L. P. de
Assunto:Revista Sur Modernismo argentino Jorge Luís Borges Victoria Ocampo Paisagem de Estepe
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:ISCTE
Idioma:português
Origem:Repositório ISCTE
Descrição
Resumo:Aborda-se o advento do modernismo literário na Argentina, iniciado com a publicação da «revista de parede» que o seu promotor Jorge Luís Borges denominou Prisma e que o mestre argentino - acompanhado de quatro amigos armados com brochas e baldes de cola - aplicou sobre as paredes de Buenos Aires durante a madrugada de 25 de novembro de 1921 (WILLIAMSON, 2004, p.100). Prisma, que consistia de um grande cartaz com textos ultraístas de autores argentinos e espanhóis e xilogravura de Norah Borges (irmã do escritor), antecede outras iniciativas editoriais periódicas que culminarão, dez anos mais tarde, com a notável revista Sur, que Victoria Ocampo fundou, dirigiu e patrocinou. Procede-se no artigo a uma caracterização do vasto alcance que a sua publicação regular entre 1931 e 1971 - que excederá largamente as fronteiras da nação cujo ermo território de estepe se estende mais para Sul no planeta – atingiu, e da importância determinante que desempenhou na vida pessoal e concretização literária da sua mecenas e respetivo círculo de colaboradores e amigos, em particular de Jorge Luís Borges.