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Adequação da carteira e satisfação global do investidor: o caso português

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A presente investigação, do tipo descritiva, pretende verificar, pelo meio da recolha e análise de dados de um questionário, em que medida a Satisfação Global do Investidor pode ser explicada pela Adequação do Risco da Carteira de Investimentos ao Nível de Tolerância ao Risco do próprio investidor. Do total da amostra conseguida, 171 dos inquiridos são ou já foram investidores. Para esta franja de inquiridos destaca-se o sexo masculino, a faixa etária até 35 anos e a preferência por produtos mais conservadores na composição da sua carteira de investimentos. Estes inquiridos recorrem, maioritariamente, ao Gestor de Conta e/ou site do Intermediário Financeiro como fonte de informação para apoiar as suas escolhas de investimento. Quanto ao Perfil de Risco consideram-se Conservadores, o que também se verificou aquando da aplicação dos scores para verificação da Tolerância face ao Risco. Em termos de satisfação global, a escolha dos investidores concentrou-se nos níveis 3 e 4 numa escala de 1 (Nada Satisfeito) a 5 (Extremamente Satisfeito). Relativamente à hipótese de investigação formulada concluiu-se que, para a amostra de inquiridos em questão, não existe relação de dependência entre a Satisfação Global e a Adequação da Carteira de Investimentos à Tolerância ao Risco. No seguimento de não terem sido encontradas conclusões mais interessantes sobre o tema em questão, a investigação termina com a enunciação de lacunas e sugestões, passando pela exploração, não apenas da Tolerância ao Risco, mas também de mais componentes do Perfil de Risco do Investidor.
Autores principais:Azougado, Vanessa Alexandra Rosa
Assunto:Investimentos Tolerância ao risco Adequação Satisfação Investment Risk tolerance Suitability Satisfaction
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:ISCTE
Idioma:português
Origem:Repositório ISCTE
Descrição
Resumo:A presente investigação, do tipo descritiva, pretende verificar, pelo meio da recolha e análise de dados de um questionário, em que medida a Satisfação Global do Investidor pode ser explicada pela Adequação do Risco da Carteira de Investimentos ao Nível de Tolerância ao Risco do próprio investidor. Do total da amostra conseguida, 171 dos inquiridos são ou já foram investidores. Para esta franja de inquiridos destaca-se o sexo masculino, a faixa etária até 35 anos e a preferência por produtos mais conservadores na composição da sua carteira de investimentos. Estes inquiridos recorrem, maioritariamente, ao Gestor de Conta e/ou site do Intermediário Financeiro como fonte de informação para apoiar as suas escolhas de investimento. Quanto ao Perfil de Risco consideram-se Conservadores, o que também se verificou aquando da aplicação dos scores para verificação da Tolerância face ao Risco. Em termos de satisfação global, a escolha dos investidores concentrou-se nos níveis 3 e 4 numa escala de 1 (Nada Satisfeito) a 5 (Extremamente Satisfeito). Relativamente à hipótese de investigação formulada concluiu-se que, para a amostra de inquiridos em questão, não existe relação de dependência entre a Satisfação Global e a Adequação da Carteira de Investimentos à Tolerância ao Risco. No seguimento de não terem sido encontradas conclusões mais interessantes sobre o tema em questão, a investigação termina com a enunciação de lacunas e sugestões, passando pela exploração, não apenas da Tolerância ao Risco, mas também de mais componentes do Perfil de Risco do Investidor.