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Adaptação e validação do instrumento Activity Patterns Scale: O papel dos padrões de atividade no ajustamento à dor crónica musculoesquelética

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Cerca de 30% da população mundial possui de dor crónica, sendo a mesma impactante de um modo negativo no dia a dia dos indivíduos aos mais variados níveis, nomeadamente, individual, social e económico. A dor crónica musculoesquelética está altamente associada a elevados níveis de incapacidade. A interferência da dor nos padrões de atividade perpetua a cronificação da dor nos indivíduos. Posto isto, é essencial a discriminação e avaliação dos padrões de atividade para o conhecimento dos processos de adaptação à dor crónica e para o desenvolvimento de intervenções especializadas. Este estudo propôs-se a traduzir, adaptar e estudar as características psicométricas do Activity Patterns Scale (APS), numa amostra da população portuguesa. Trata-se de um estudo correlacional, tendo a participação de 310 indivíduos com dor crónica (90,3% mulheres), com idades compreendidas entre 20 e 92 anos (M= 45,48; DP= 10,35). Solicitou-se, ainda, o preenchimento de outros instrumentos de autorrelato de modo a avaliar-se a validade convergente/divergente (escala de Padrões de Atividade POAM-P) e a validade relativa a um critério (escalas de função física, severidade da dor, incapacidade relacionada com a dor, medo do movimento, suporte informal para a autonomia e dependência na dor e afeto positivo e negativo). A estrutura fatorial da versão portuguesa do APS compreende 8 fatores intercorrelacionados, apresenta bons índices de consistência interna, realçando bons resultados de validade convergente/divergente e validade relativa a um critério. Em suma, é um instrumento de grande relevância para a investigação e prática clínica.
Autores principais:Carvalho, Ana Filipa Narciso de
Assunto:Dor crónica musculoesquelética Padrões de atividade Evitamento Persistência Pacing Musculoskeletal chronic pain Activity patterns Avoidance Persistence
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:ISCTE
Idioma:português
Origem:Repositório ISCTE
Descrição
Resumo:Cerca de 30% da população mundial possui de dor crónica, sendo a mesma impactante de um modo negativo no dia a dia dos indivíduos aos mais variados níveis, nomeadamente, individual, social e económico. A dor crónica musculoesquelética está altamente associada a elevados níveis de incapacidade. A interferência da dor nos padrões de atividade perpetua a cronificação da dor nos indivíduos. Posto isto, é essencial a discriminação e avaliação dos padrões de atividade para o conhecimento dos processos de adaptação à dor crónica e para o desenvolvimento de intervenções especializadas. Este estudo propôs-se a traduzir, adaptar e estudar as características psicométricas do Activity Patterns Scale (APS), numa amostra da população portuguesa. Trata-se de um estudo correlacional, tendo a participação de 310 indivíduos com dor crónica (90,3% mulheres), com idades compreendidas entre 20 e 92 anos (M= 45,48; DP= 10,35). Solicitou-se, ainda, o preenchimento de outros instrumentos de autorrelato de modo a avaliar-se a validade convergente/divergente (escala de Padrões de Atividade POAM-P) e a validade relativa a um critério (escalas de função física, severidade da dor, incapacidade relacionada com a dor, medo do movimento, suporte informal para a autonomia e dependência na dor e afeto positivo e negativo). A estrutura fatorial da versão portuguesa do APS compreende 8 fatores intercorrelacionados, apresenta bons índices de consistência interna, realçando bons resultados de validade convergente/divergente e validade relativa a um critério. Em suma, é um instrumento de grande relevância para a investigação e prática clínica.