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A implementação do sistema de normalização contabilística numa PME do sector da indústria da construção civil

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Resumo:Os objectivos deste trabalho são essencialmente dois: aplicar pela primeira vez as NCRF (i) (Normas Contabilísticas e de Relato Financeiro) a uma empresa de construção civil e de obras públicas portuguesa sociedade individual não cotada, sujeita a certificação legal de contas e apurar o impacte que resultou dessa aplicação, relativamente ao sistema anterior o Plano Oficial Contabilidade (POC), nomeadamente ao nível do balanço (ii) da sociedade, activo e capitais próprios. A empresa em questão efectuou a mudança obrigatória para o SNC (iii) (Sistema de Normalização Contabilística), em 1 de Janeiro de 2010, (decreto-lei nº 158/2009, de 13 de Julho). O conhecimento do novo referencial e das suas diferenças de tratamento contabilístico, em confronto com o referencial do anterior POC, é particularmente importante para uma adequada aplicação das disposições da transição. Os utentes das demonstrações financeiras são os investidores, os empregados, os fornecedores e outros credores comerciais, os clientes, o Estado e seus departamentos e o público em geral. Todos utilizam as demonstrações financeiras a fim de satisfazerem algumas das suas diferentes necessidades de informação, a preocupação deste trabalho foi assegurar que as primeiras demonstrações financeiras da entidade de acordo com as NCRF contenham informação transparente para os utentes e comparável em todos os períodos apresentados; proporcione um ponto de partida conveniente para a contabilização segundo as NCRF e possa ser gerada a um custo que não exceda os benefícios para os utentes. Com este estudo identificaram-se as diferenças existentes entre as normas baseadas no POC e as normas do SNC e em que medida o processo de transição entre estes dois normativos contribuiu para um impacto positivo e/ou negativo nos Capitais Próprios do balanço de abertura do ano de 2009 de uma entidade. Os resultados apurados indicam que as NCRF que contribuíram para maiores ajustamentos, ao nível do Balanço, foram: os activos fixos tangíveis (iv), e acréscimos e diferimentos. Os activos fixos tangíveis contribuíram para um impacto positivo no Capital Próprio da entidade principalmente pela revisão de estimativas de vida útil dos bens.
Autores principais:Correia, Luís Manuel Contento Silva Borges
Assunto:NCRF Norma Contabilística e de Relato Financeiro -- IFRS International Financial Reporting Standards Balanço -- Swing SNC Ativo fixo tangível -- Tangible fixed assets Acréscimos e diferimentos Balance sheet Accruals and deferrals
Ano:2011
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:ISCTE
Idioma:português
Origem:Repositório ISCTE
Descrição
Resumo:Os objectivos deste trabalho são essencialmente dois: aplicar pela primeira vez as NCRF (i) (Normas Contabilísticas e de Relato Financeiro) a uma empresa de construção civil e de obras públicas portuguesa sociedade individual não cotada, sujeita a certificação legal de contas e apurar o impacte que resultou dessa aplicação, relativamente ao sistema anterior o Plano Oficial Contabilidade (POC), nomeadamente ao nível do balanço (ii) da sociedade, activo e capitais próprios. A empresa em questão efectuou a mudança obrigatória para o SNC (iii) (Sistema de Normalização Contabilística), em 1 de Janeiro de 2010, (decreto-lei nº 158/2009, de 13 de Julho). O conhecimento do novo referencial e das suas diferenças de tratamento contabilístico, em confronto com o referencial do anterior POC, é particularmente importante para uma adequada aplicação das disposições da transição. Os utentes das demonstrações financeiras são os investidores, os empregados, os fornecedores e outros credores comerciais, os clientes, o Estado e seus departamentos e o público em geral. Todos utilizam as demonstrações financeiras a fim de satisfazerem algumas das suas diferentes necessidades de informação, a preocupação deste trabalho foi assegurar que as primeiras demonstrações financeiras da entidade de acordo com as NCRF contenham informação transparente para os utentes e comparável em todos os períodos apresentados; proporcione um ponto de partida conveniente para a contabilização segundo as NCRF e possa ser gerada a um custo que não exceda os benefícios para os utentes. Com este estudo identificaram-se as diferenças existentes entre as normas baseadas no POC e as normas do SNC e em que medida o processo de transição entre estes dois normativos contribuiu para um impacto positivo e/ou negativo nos Capitais Próprios do balanço de abertura do ano de 2009 de uma entidade. Os resultados apurados indicam que as NCRF que contribuíram para maiores ajustamentos, ao nível do Balanço, foram: os activos fixos tangíveis (iv), e acréscimos e diferimentos. Os activos fixos tangíveis contribuíram para um impacto positivo no Capital Próprio da entidade principalmente pela revisão de estimativas de vida útil dos bens.