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Projeto de interoperabilidade em sistemas de gestão documental: Do conceito à implementação

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O objetivo de tornar a Administração Pública mais eficaz, mais eficiente, mais transparente e capaz de oferecer serviços públicos de qualidade de forma integrada tem sido o desafio enfrentado pelos profissionais da administração pública nas últimas décadas. Para atingir este objetivo, é fundamental aumentar a capacidade de colaboração entre os diversos órgãos da Administração Pública, o que implica necessariamente a partilha de informação e, consequentemente, a interoperabilidade entre os seus sistemas de informação. Com o desafio de modernizar a administração pública, o desenvolvimento das organizações e dos seus sistemas de informação foi realizado de forma autónoma e independente, com o único propósito de satisfazer necessidades internas e sem a preocupação da integração, partilha e comunicação com outros sistemas de outras organizações. Para isso, foi essencial promover a abertura das organizações para o exterior, fomentando a comunicação e partilha com outras organizações, ao mesmo tempo que se reforçou a interoperabilidade entre elas. Em 2014, com o Decreto-Lei n.º 74/2014, de 13 de maio, reforçou-se a necessidade de definir a interoperabilidade como princípio básico da Estratégia Digital para os Serviços Públicos e muito foi feito para garantir não só a interoperabilidade técnica, mas também a semântica. Atualmente, a interoperabilidade documental já existe e é essencial para a simplificação de processos, bem como para evitar redundâncias e agilizar a partilha de informação, mas a verdade é que muitas organizações da administração pública ainda não a utilizam. Tratando-se de um mestrado profissional, com este trabalho pretende-se projetar uma solução para implementação de interoperabilidade documental entre os Gabinetes Ministeriais, sendo esta uma das responsabilidades do Centro de Gestão de Redes de Computadores do Governo, vulgarmente conhecido por CEGER.
Autores principais:Nunes, Célia dos Santos
Assunto:Interoperabilidade -- Interoperability Simplificação Processos Gestão documental Processes Document management
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:ISCTE
Idioma:português
Origem:Repositório ISCTE
Descrição
Resumo:O objetivo de tornar a Administração Pública mais eficaz, mais eficiente, mais transparente e capaz de oferecer serviços públicos de qualidade de forma integrada tem sido o desafio enfrentado pelos profissionais da administração pública nas últimas décadas. Para atingir este objetivo, é fundamental aumentar a capacidade de colaboração entre os diversos órgãos da Administração Pública, o que implica necessariamente a partilha de informação e, consequentemente, a interoperabilidade entre os seus sistemas de informação. Com o desafio de modernizar a administração pública, o desenvolvimento das organizações e dos seus sistemas de informação foi realizado de forma autónoma e independente, com o único propósito de satisfazer necessidades internas e sem a preocupação da integração, partilha e comunicação com outros sistemas de outras organizações. Para isso, foi essencial promover a abertura das organizações para o exterior, fomentando a comunicação e partilha com outras organizações, ao mesmo tempo que se reforçou a interoperabilidade entre elas. Em 2014, com o Decreto-Lei n.º 74/2014, de 13 de maio, reforçou-se a necessidade de definir a interoperabilidade como princípio básico da Estratégia Digital para os Serviços Públicos e muito foi feito para garantir não só a interoperabilidade técnica, mas também a semântica. Atualmente, a interoperabilidade documental já existe e é essencial para a simplificação de processos, bem como para evitar redundâncias e agilizar a partilha de informação, mas a verdade é que muitas organizações da administração pública ainda não a utilizam. Tratando-se de um mestrado profissional, com este trabalho pretende-se projetar uma solução para implementação de interoperabilidade documental entre os Gabinetes Ministeriais, sendo esta uma das responsabilidades do Centro de Gestão de Redes de Computadores do Governo, vulgarmente conhecido por CEGER.