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As percepções dos docentes sobre a inclusão de alunos com perturbações do espetro do autismo.

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Desde 1994, com a Convenção da Declaração de Salamanca, todos passaram a ter direito à educação. Em consequência, as crianças com Necessidades Educativas Especiais (NEE) estão cada vez mais presentes nas salas de aula, em particular as portadoras da Perturbação do Espetro do Autismo (PEA). Esta problemática carateriza-se essencialmente por dificuldades ao nível da socialização/interação social, a comunicação/linguagem e a imaginação/jogo simbólico. Quais as perceções que os educadores de infância e professores do ensino básico têm relativamente à Inclusão de alunos com Perturbação do Espetro do Autismo? Foi esta a questão em que se baseou o presente estudo considerado de carater exploratório e descritivo, cujo objetivo foi perceber se os professores conhecem as principais características do autismo; saber a opinião deles face à inclusão destes alunos. Através da revisão bibliográfica, delineou-se um questionário, que foi realizado a 41 educadores/professores do ensino básico, que tiveram nas suas salas alunos portadores de PEA. Os resultados revelaram que os docentes, apesar de colaborarem no processo inclusivo, manifestam dificuldade em identificar e avaliar estes alunos por não terem formação especializada, por terem falta de conhecimentos científicos, pela falta de um método de ensino diferenciado, falta de recursos humanos e principalmente por terem excesso de alunos por turma, das quais consideramos estas dificuldades como uma barreira à inclusão.
Autores principais:Oliveira, Diana Isabel Bernardes Morais
Assunto:Autismo Inclusão Perceção Docência Autism Inclusion Perception Teaching
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Superior de Educação e Ciências
Idioma:português
Origem:Instituto Superior de Educação e Ciências
Descrição
Resumo:Desde 1994, com a Convenção da Declaração de Salamanca, todos passaram a ter direito à educação. Em consequência, as crianças com Necessidades Educativas Especiais (NEE) estão cada vez mais presentes nas salas de aula, em particular as portadoras da Perturbação do Espetro do Autismo (PEA). Esta problemática carateriza-se essencialmente por dificuldades ao nível da socialização/interação social, a comunicação/linguagem e a imaginação/jogo simbólico. Quais as perceções que os educadores de infância e professores do ensino básico têm relativamente à Inclusão de alunos com Perturbação do Espetro do Autismo? Foi esta a questão em que se baseou o presente estudo considerado de carater exploratório e descritivo, cujo objetivo foi perceber se os professores conhecem as principais características do autismo; saber a opinião deles face à inclusão destes alunos. Através da revisão bibliográfica, delineou-se um questionário, que foi realizado a 41 educadores/professores do ensino básico, que tiveram nas suas salas alunos portadores de PEA. Os resultados revelaram que os docentes, apesar de colaborarem no processo inclusivo, manifestam dificuldade em identificar e avaliar estes alunos por não terem formação especializada, por terem falta de conhecimentos científicos, pela falta de um método de ensino diferenciado, falta de recursos humanos e principalmente por terem excesso de alunos por turma, das quais consideramos estas dificuldades como uma barreira à inclusão.