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Autoproteção Contra Incêndios Florestais em Espaços Rurais
| Summary: | Portugal tem ao longo dos anos sido fustigado por grandes incêndios florestais, registando ocasionalmente algumas perdas de vidas humanas na sequência dos mesmos, quer sejam combatentes, quer sejam os residentes dos lugares onde ocorrem os incidentes, no entanto o ano 2017 foi um marco, assinalou pela negativa um ponto de viragem de uma situação que não pode continuar. Em 2017 faleceram 112 seres humanos na sequência dos incêndios florestais, uma só morte seria inaceitável, 112 não tem qualquer qualificação. Face a esta realidade, é importante identificar que medidas podem ser implementadas no sentido de salvaguardar a vida humana. A proposta inicial seria a de adequar as medidas previstas para aos edifícios aos aglomerados habitacionais no espaço rural. Com a apresentação do programa “Aldeia Segura, Pessoas Seguras”, da ANEPC, a decisão foi antes perceber até que ponto as medidas previstas no referido programa se são comparáveis com a legislação das medidas de autoproteção em edifícios, e propor eventuais melhorias no referido programa. Para aferir a implementação das medidas previstas no programa “Aldeia Segura, Pessoas Seguras”, é feito recurso a um caso de estudo e outras análises comparativas no território do interior de Portugal Continental. |
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| Main Authors: | Neves, José |
| Subject: | Medidas de Autoproteção, Incêndios Florestais, Aldeia Segura, Pessoas Seguras, Self-Protection Measures, Forest Fires, Safe Village, Safe People, Rural Space |
| Year: | 2019 |
| Country: | Portugal |
| Document type: | master thesis |
| Access type: | open access |
| Associated institution: | Instituto Superior de Educação e Ciências |
| Language: | Portuguese |
| Origin: | Instituto Superior de Educação e Ciências |
| Summary: | Portugal tem ao longo dos anos sido fustigado por grandes incêndios florestais, registando ocasionalmente algumas perdas de vidas humanas na sequência dos mesmos, quer sejam combatentes, quer sejam os residentes dos lugares onde ocorrem os incidentes, no entanto o ano 2017 foi um marco, assinalou pela negativa um ponto de viragem de uma situação que não pode continuar. Em 2017 faleceram 112 seres humanos na sequência dos incêndios florestais, uma só morte seria inaceitável, 112 não tem qualquer qualificação. Face a esta realidade, é importante identificar que medidas podem ser implementadas no sentido de salvaguardar a vida humana. A proposta inicial seria a de adequar as medidas previstas para aos edifícios aos aglomerados habitacionais no espaço rural. Com a apresentação do programa “Aldeia Segura, Pessoas Seguras”, da ANEPC, a decisão foi antes perceber até que ponto as medidas previstas no referido programa se são comparáveis com a legislação das medidas de autoproteção em edifícios, e propor eventuais melhorias no referido programa. Para aferir a implementação das medidas previstas no programa “Aldeia Segura, Pessoas Seguras”, é feito recurso a um caso de estudo e outras análises comparativas no território do interior de Portugal Continental. |
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