Publicação
Influência da idade, do género e da fé religiosa no bem-estar subjectivo de adultos idosos
| Resumo: | Com o presente estudo pretende verificar-se se a idade, o género e a Força da Fé Religiosa (FFR) influenciam os níveis de Bem-Estar Subjectivo (BES) de adultos idosos. A amostra compreendeu 397 participantes (M = 74 anos), residentes em meio urbano. Os instrumentos utilizados foram a Positive and Negative Affect Schedule (PANAS; Watson et al., 1988) e o Santa Clara Strenght of Religion Faith Questionnaire – short form (Plante et al., 2002).Foi testado um Modelo Estrutural Preditor do BES em adultos idosos, cujos resultados demonstram que os homens têm menos afectos negativos do que as mulheres; que quanto mais FFR, mais afectos positivos e menos afectos negativos; e, que as mulheres apresentam mais FFR. Os resultados também demonstram que a FFR mitiga a diferença nos afectos negativos entre homens e mulheres. |
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| Autores principais: | Silva, Ana Sofia Gomes Martins da |
| Assunto: | Adultos idosos Género Fé religiosa Bem-estar subjectivo Modelo estrutural Old-adults Gender Religious faith Subjective well-being Structural model |
| Ano: | 2008 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | Com o presente estudo pretende verificar-se se a idade, o género e a Força da Fé Religiosa (FFR) influenciam os níveis de Bem-Estar Subjectivo (BES) de adultos idosos. A amostra compreendeu 397 participantes (M = 74 anos), residentes em meio urbano. Os instrumentos utilizados foram a Positive and Negative Affect Schedule (PANAS; Watson et al., 1988) e o Santa Clara Strenght of Religion Faith Questionnaire – short form (Plante et al., 2002).Foi testado um Modelo Estrutural Preditor do BES em adultos idosos, cujos resultados demonstram que os homens têm menos afectos negativos do que as mulheres; que quanto mais FFR, mais afectos positivos e menos afectos negativos; e, que as mulheres apresentam mais FFR. Os resultados também demonstram que a FFR mitiga a diferença nos afectos negativos entre homens e mulheres. |
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