Publicação
E de nós, quem cuida : A experiência de trabalhar com mulheres vítimas de violência nas relações de intimidade
| Resumo: | Enquadramento: a exposição indireta a traumas pode desenvolver nos técnicos de apoio à vítima e sobreviventes de experiências traumáticas mudanças significativas a nível comportamental, emocional e cognitivo. Problema: escassez de estudos fenomenológicos que deem voz aos técnicos de apoio à vítima de violência nas relações de intimidade. Objetivo: compreender a estrutura da experiência subjetiva dos profissionais que trabalham com mulheres vítimas de violência nas relações de intimidade. Método: estudo qualitativo, de corte transversal, com base no método fenomenológico descritivo, da amostra fizeram parte oito participantes do género feminino com idades compreendidas entre os 25 e os 64 anos. Resultados: as participantes afirmaram ter sentido dificuldade em distanciar-se do trabalho que sentiam como um trabalho frustrante, difícil, duro, pesado e exigente. Apesar disso, consideramno muito compensador e gratificante e vêem-no como uma fonte de crescimento, aprendizagens e desenvolvimento de competências, dando ênfase à importância que tem o suporte de pares/social. Conclusão: apesar de não se verificarem perturbações emocionais, os resultados deste estudo foram congruentes com a literatura, na medida em que se comprovou a existência de alterações comportamentais, cognitivas e emocionais procedentes da carga emocional e da exposição a situações desafiadoras e traumáticas características do trabalho que fazem. |
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| Autores principais: | Mbumba, Elsa Eduarda Baptista |
| Assunto: | Violência nas relações de intimidade Técnicos de apoio à vítima Experiência individual Método fenomenológico descritivo Intimate partner violence Victim support technicians Individual experience Descriptive phenomenological method |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | Enquadramento: a exposição indireta a traumas pode desenvolver nos técnicos de apoio à vítima e sobreviventes de experiências traumáticas mudanças significativas a nível comportamental, emocional e cognitivo. Problema: escassez de estudos fenomenológicos que deem voz aos técnicos de apoio à vítima de violência nas relações de intimidade. Objetivo: compreender a estrutura da experiência subjetiva dos profissionais que trabalham com mulheres vítimas de violência nas relações de intimidade. Método: estudo qualitativo, de corte transversal, com base no método fenomenológico descritivo, da amostra fizeram parte oito participantes do género feminino com idades compreendidas entre os 25 e os 64 anos. Resultados: as participantes afirmaram ter sentido dificuldade em distanciar-se do trabalho que sentiam como um trabalho frustrante, difícil, duro, pesado e exigente. Apesar disso, consideramno muito compensador e gratificante e vêem-no como uma fonte de crescimento, aprendizagens e desenvolvimento de competências, dando ênfase à importância que tem o suporte de pares/social. Conclusão: apesar de não se verificarem perturbações emocionais, os resultados deste estudo foram congruentes com a literatura, na medida em que se comprovou a existência de alterações comportamentais, cognitivas e emocionais procedentes da carga emocional e da exposição a situações desafiadoras e traumáticas características do trabalho que fazem. |
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