Publicação
Dor e parentalidade : A vinculação na criança hospitalizada
| Resumo: | O objectivo principal deste trabalho consistiu em averiguar se o tipo de vinculação existente na relação entre a criança e a sua figura parental – aqui representada pela mãe – influencia a capacidade (ou incapacidade) de resiliência face à dor cirúrgica, na criança hospitalizada. Implicou uma amostra de 20 díades mãe-criança, com crianças entre os 3 e os 7 anos de idade. Este estudo foi desenvolvido com base numa prática de investigação de cariz descritivo e exploratório, no qual se usou a Escala Numérica e a Escala de Faces na mensuração da intensidade da dor – aplicada durante todo o período de hospitalização – e o Inventário de Auto-Estima Materna com o objectivo de estabelecer a relação entre as representações maternas e o modelo de vinculação existente nas díades – aplicado às mães no momento pós-cirúrgico. Os resultados demonstraram valores globais e individuais de auto-estima materna bastante elevados e uma regularidade da resposta “Sem Dor” resultante da avaliação da intensidade da dor contribuindo, desta forma, para a ideia inicial e reflexão final de que o modelo de vinculação existente influencia a capacidade de resiliência da criança. |
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| Autores principais: | Russo, Rita Borrego Silva |
| Assunto: | Criança hospitalizada Avaliação da intensidade da dor Vinculação Hospitalized children Evaluation of pain intensity Attachment |
| Ano: | 2008 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | O objectivo principal deste trabalho consistiu em averiguar se o tipo de vinculação existente na relação entre a criança e a sua figura parental – aqui representada pela mãe – influencia a capacidade (ou incapacidade) de resiliência face à dor cirúrgica, na criança hospitalizada. Implicou uma amostra de 20 díades mãe-criança, com crianças entre os 3 e os 7 anos de idade. Este estudo foi desenvolvido com base numa prática de investigação de cariz descritivo e exploratório, no qual se usou a Escala Numérica e a Escala de Faces na mensuração da intensidade da dor – aplicada durante todo o período de hospitalização – e o Inventário de Auto-Estima Materna com o objectivo de estabelecer a relação entre as representações maternas e o modelo de vinculação existente nas díades – aplicado às mães no momento pós-cirúrgico. Os resultados demonstraram valores globais e individuais de auto-estima materna bastante elevados e uma regularidade da resposta “Sem Dor” resultante da avaliação da intensidade da dor contribuindo, desta forma, para a ideia inicial e reflexão final de que o modelo de vinculação existente influencia a capacidade de resiliência da criança. |
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