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Coping, autoeficácia e stresse percebido em colaboradores do retalho alimentar

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Neste estudo, investigámos a relação entre perceção de stresse, estratégias de coping predominantes, e em específico a relação com a autoeficácia numa amostra de colaboradores do setor do retalho alimentar em Portugal. Tratou-se duma investigação do tipo transversal e correlacional, numa amostra constituída por 295 colaboradores do setor do retalho alimentar. Foram utilizados o Questionário sociodemográfico e profissional, a Escala de Percepção de Stress, o Questionário de Estratégias de Coping e a Escala de Auto-Eficácia Geral. Os resultados revelaram um valor médio de stresse percebido na amostra mais elevado comparativamente a outras amostras portuguesas. As estratégias de coping mais adaptativas como Autocontrolo e Assumir a Responsabilidade foram as mais reportadas pelos participantes para enfrentar o stresse percebido. Colaboradores que reportaram maiores valores de autoeficácia, também reportaram utilizar estratégias de coping mais adaptativas, e apresentaram uma menor perceção de stresse. Devido à escassez de estudos acerca deste grupo populacional, este estudo vem trazer dados relevantes para a literatura, salientando a necessidade da sua replicação com amostras de maiores dimensões e mais heterogéneas.
Autores principais:Gusmão, Carla Filipa da Felícia
Assunto:Stresse Percebido Estratégias de Coping Autoeficácia Colaboradores Retalho alimentar Perceived Stress Coping Strategies Self-efficacy Employees Food retail
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:Neste estudo, investigámos a relação entre perceção de stresse, estratégias de coping predominantes, e em específico a relação com a autoeficácia numa amostra de colaboradores do setor do retalho alimentar em Portugal. Tratou-se duma investigação do tipo transversal e correlacional, numa amostra constituída por 295 colaboradores do setor do retalho alimentar. Foram utilizados o Questionário sociodemográfico e profissional, a Escala de Percepção de Stress, o Questionário de Estratégias de Coping e a Escala de Auto-Eficácia Geral. Os resultados revelaram um valor médio de stresse percebido na amostra mais elevado comparativamente a outras amostras portuguesas. As estratégias de coping mais adaptativas como Autocontrolo e Assumir a Responsabilidade foram as mais reportadas pelos participantes para enfrentar o stresse percebido. Colaboradores que reportaram maiores valores de autoeficácia, também reportaram utilizar estratégias de coping mais adaptativas, e apresentaram uma menor perceção de stresse. Devido à escassez de estudos acerca deste grupo populacional, este estudo vem trazer dados relevantes para a literatura, salientando a necessidade da sua replicação com amostras de maiores dimensões e mais heterogéneas.