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Funcionamento familiar, suporte social e a transgeracionalidade da ideação suicida

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este trabalho foi realizado com o objetivo de explorar a relação entre a Ideação Suicida, o Funcionamento Familiar e o Suporte Social, bem como analisar se existem padrões Transgeracionais de Ideação Suicida. Para que tal fosse possível, inquirimos uma amostra constituída por 124 adolescentes pertencentes a três escolas do concelho de Cascais, com idades compreendidas entre os 14 e os 20 anos e respetivos pais (N= 202), com idades compreendidas entre os 29 e os 68 anos. Foi-lhes solicitado que respondessem a um conjunto de escalas: Escala de Funcionamento Familiar (FACES IV) (Olson, 2011), Escala de Satisfação com o Suporte Social (ESSS) (Pais-Ribeiro, 1999), Escala Social Support Appraisals (SSA) (Antunes & Fontaine, 2005) e Questionário de Ideação Suicida (Ferreira & Castela, 1999). A análise dos resultados obtidos demonstrou que todas estas dimensões se relacionam entre si, embora tenham surgido diferenças entre os dois grupos da amostra. Relativamente à Trangeracionalidade da Ideação Suicida, podemos verificar que a Ideação Suicida dos pais se correlaciona com a Ideação Suicida dos filhos vindo sustentar o referido pela literatura. Na amostra dos adolescentes foi ainda possível observar que tanto o Funcionamento Familiar como o Suporte Social e a Comunicação são bons fatores de proteção contra o surgimento de ideação suicida.
Autores principais:Gonçalves, Micaela Farropas Rolo
Assunto:Funcionamento familiar Comunicação familiar Suporte social Ideação suicida Transgeracionalidade Family function Family comunication Social support Suicidal ideation Transgenerationality
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:Este trabalho foi realizado com o objetivo de explorar a relação entre a Ideação Suicida, o Funcionamento Familiar e o Suporte Social, bem como analisar se existem padrões Transgeracionais de Ideação Suicida. Para que tal fosse possível, inquirimos uma amostra constituída por 124 adolescentes pertencentes a três escolas do concelho de Cascais, com idades compreendidas entre os 14 e os 20 anos e respetivos pais (N= 202), com idades compreendidas entre os 29 e os 68 anos. Foi-lhes solicitado que respondessem a um conjunto de escalas: Escala de Funcionamento Familiar (FACES IV) (Olson, 2011), Escala de Satisfação com o Suporte Social (ESSS) (Pais-Ribeiro, 1999), Escala Social Support Appraisals (SSA) (Antunes & Fontaine, 2005) e Questionário de Ideação Suicida (Ferreira & Castela, 1999). A análise dos resultados obtidos demonstrou que todas estas dimensões se relacionam entre si, embora tenham surgido diferenças entre os dois grupos da amostra. Relativamente à Trangeracionalidade da Ideação Suicida, podemos verificar que a Ideação Suicida dos pais se correlaciona com a Ideação Suicida dos filhos vindo sustentar o referido pela literatura. Na amostra dos adolescentes foi ainda possível observar que tanto o Funcionamento Familiar como o Suporte Social e a Comunicação são bons fatores de proteção contra o surgimento de ideação suicida.