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Técnicas em psicoterapia existencial

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Problema: Poucas investigações têm sido feitas ao nível das técnicas em psicoterapia existencial baseada em dados empíricos. A este nível destacam-se apenas os trabalhos de Norcross (1987) e de Alegria et al. (in press). Objetivo: Este estudo procurou perceber quais as práticas existentes em psicoterapia existencial a partir das quais os próprios psicoterapeutas existenciais consideraram ser as mais características do seu modelo de psicoterapia (Correia et al., 2014). Método: Trinta e duas sessões de oito participantes e quatro psicoterapeutas existenciais foram analisadas por dois analistas, através da grelha OGTEP. Resultados: Os resultados demonstram um predomínio de práticas relacionais (48,1%), práticas hermenêuticas (28,6%) e outras práticas não específicas do modelo existencial (12,9%). Práticas ligadas a conceitos existenciais obtiveram um resultado reduzido (0,4%). Estes dados sustentam a necessidade de futuras investigações de forma a averiguar a frequência destas práticas, nomeadamente face a diferentes ramos da psicoterapia existencial.
Autores principais:Lima, Vítor André Diaz y Pais Sartóris de
Assunto:Psicoterapia existencial Práticas OGTEP Existential psychotherapy Practices
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:Problema: Poucas investigações têm sido feitas ao nível das técnicas em psicoterapia existencial baseada em dados empíricos. A este nível destacam-se apenas os trabalhos de Norcross (1987) e de Alegria et al. (in press). Objetivo: Este estudo procurou perceber quais as práticas existentes em psicoterapia existencial a partir das quais os próprios psicoterapeutas existenciais consideraram ser as mais características do seu modelo de psicoterapia (Correia et al., 2014). Método: Trinta e duas sessões de oito participantes e quatro psicoterapeutas existenciais foram analisadas por dois analistas, através da grelha OGTEP. Resultados: Os resultados demonstram um predomínio de práticas relacionais (48,1%), práticas hermenêuticas (28,6%) e outras práticas não específicas do modelo existencial (12,9%). Práticas ligadas a conceitos existenciais obtiveram um resultado reduzido (0,4%). Estes dados sustentam a necessidade de futuras investigações de forma a averiguar a frequência destas práticas, nomeadamente face a diferentes ramos da psicoterapia existencial.