Publicação
A delinquência juvenil e as relações familiares: Qual o papel da resiliência
| Resumo: | O presente projeto de investigação diz respeito ao papel que as relações familiares têm na capacidade de resiliência dos adolescentes e consequentemente na possibilidade de estes enveredarem pelo comportamento delinquente. Assim, pretende-se verificar se relações familiares de boa qualidade aumentam a capacidade de resiliência dos jovens e se esta diminui a probabilidade dos mesmos adotarem comportamentos desviantes. O estudo terá um design quantitativo correlacional e comparativo, sendo a amostra constituída por 200 participantes, de ambos os géneros, com idades compreendidas entre os 14 e os 18 anos, que serão divididos em dois grupos após a aplicação das escalas, sendo um primeiro grupo constituído por jovens que apresentam comportamentos desviantes e um segundo grupo por jovens que não os apresentam. Os instrumentos utilizados para a recolha da informação serão, a Escala de perceção da relação com a família - EPRF (Peixoto, 1999), California Healthy Kids Survey Resilience Assessment Module – IKRA, adaptada para a população portuguesa por Martins (2005) e a Escala de Comportamentos Desviantes – ECD (Sanches e Gouveia-Pereira, 2013). |
|---|---|
| Autores principais: | Lopes, Inês Loures Xavier Correia |
| Assunto: | Relações familiares Resiliência Delinquência juvenil Family relationships Resilience Juvenile delinquency |
| Ano: | 2014 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | O presente projeto de investigação diz respeito ao papel que as relações familiares têm na capacidade de resiliência dos adolescentes e consequentemente na possibilidade de estes enveredarem pelo comportamento delinquente. Assim, pretende-se verificar se relações familiares de boa qualidade aumentam a capacidade de resiliência dos jovens e se esta diminui a probabilidade dos mesmos adotarem comportamentos desviantes. O estudo terá um design quantitativo correlacional e comparativo, sendo a amostra constituída por 200 participantes, de ambos os géneros, com idades compreendidas entre os 14 e os 18 anos, que serão divididos em dois grupos após a aplicação das escalas, sendo um primeiro grupo constituído por jovens que apresentam comportamentos desviantes e um segundo grupo por jovens que não os apresentam. Os instrumentos utilizados para a recolha da informação serão, a Escala de perceção da relação com a família - EPRF (Peixoto, 1999), California Healthy Kids Survey Resilience Assessment Module – IKRA, adaptada para a população portuguesa por Martins (2005) e a Escala de Comportamentos Desviantes – ECD (Sanches e Gouveia-Pereira, 2013). |
|---|