Publicação
A qualidade da relação parental e a resistência dos filhos à frustração
| Resumo: | A partir deste estudo pretendeu-se avaliar a qualidade da relação parental numa amostra de crianças e as eventuais implicações no tipo de resposta (assertivo, agressivo ou passivo) predominantemente adoptado por elas perante situações frustrantes. Pretendeu-se igualmente perceber se existiam diferenças entre a qualidade dos desempenhos parentais percepcionada por estas crianças e a percepcionada pelos seus pais em relação aos próprios pais, quando se reportavam às suas infâncias. A amostra foi recolhida na Escola Primária do Arco do Cego, sendo constituída por 32 crianças, de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 8 e os 10 anos e pelos respectivos pais. Às crianças procedeu-se à aplicação do questionário C.A.T.S. (Children’s Action Tendency Scale) e do questionário da percepção dos desempenhos parentais, que foi igualmente aplicado aos pais das crianças. Os desempenhos parentais percepcionados pelas crianças revelaram-se de qualidade superior aos percepcionados pelos pais e mães, quando estes se reportavam às suas infâncias, sobressaindo diferenças significativas entre as duas gerações no tipo de relação parental vivenciado. As crianças responderam predominantemente de um modo assertivo e menos frequentemente de um modo agressivo, não se observando relação causal entre a qualidade dos desempenhos parentais percepcionada e o tipo de resposta adoptado perante situações frustrantes. |
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| Autores principais: | Gonçalves, Joana Simão Valério |
| Assunto: | Qualidade da relação parental Situações frustrantes Agressividade Passividade Assertividade Quality of parental relationship Frustrating situations Aggressiveness Passivity Assertiveness |
| Ano: | 2008 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | A partir deste estudo pretendeu-se avaliar a qualidade da relação parental numa amostra de crianças e as eventuais implicações no tipo de resposta (assertivo, agressivo ou passivo) predominantemente adoptado por elas perante situações frustrantes. Pretendeu-se igualmente perceber se existiam diferenças entre a qualidade dos desempenhos parentais percepcionada por estas crianças e a percepcionada pelos seus pais em relação aos próprios pais, quando se reportavam às suas infâncias. A amostra foi recolhida na Escola Primária do Arco do Cego, sendo constituída por 32 crianças, de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 8 e os 10 anos e pelos respectivos pais. Às crianças procedeu-se à aplicação do questionário C.A.T.S. (Children’s Action Tendency Scale) e do questionário da percepção dos desempenhos parentais, que foi igualmente aplicado aos pais das crianças. Os desempenhos parentais percepcionados pelas crianças revelaram-se de qualidade superior aos percepcionados pelos pais e mães, quando estes se reportavam às suas infâncias, sobressaindo diferenças significativas entre as duas gerações no tipo de relação parental vivenciado. As crianças responderam predominantemente de um modo assertivo e menos frequentemente de um modo agressivo, não se observando relação causal entre a qualidade dos desempenhos parentais percepcionada e o tipo de resposta adoptado perante situações frustrantes. |
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