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Interacções mãe-bebé em díades de raça branca e díades de raça negra

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O objectivo do presente estudo foi comparar os padrões de interacção mãe-bebé em díades de raça branca e díades de raça negra. Para além disso, procurou-se reflectir sobre seis pares mãe-bebé, tendo por base o modelo psicodinâmico. O método utilizado foi o Estudo de Caso e os instrumentos utilizados foram o “Método de Observação de Bebés de Esther Bick” (1963) e a “Entrevista R” de Stern (1989). Foi analisada uma amostra de conveniência constituída por três díades de raça branca e três díades de raça negra. Os bebés nasceram nos meses de Maio e Junho de 2005 e as idades, à data da primeira observação, variam entre os 13 e os 37 dias. Concluiu-se que tanto as diferenças culturais como os aspectos fundamentais da formação do self na relação primária devem ser tidos em conta do ponto de vista clínico pelo que são importantes na prevenção de desenvolvimento de psicopatologias e na promoção de saúde mental.
Autores principais:Oliveira, Dora Santos
Assunto:Mãe Bebé Interacção Cultura Desenvolvimento Mother Infant Interaction Culture Development
Ano:2008
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:O objectivo do presente estudo foi comparar os padrões de interacção mãe-bebé em díades de raça branca e díades de raça negra. Para além disso, procurou-se reflectir sobre seis pares mãe-bebé, tendo por base o modelo psicodinâmico. O método utilizado foi o Estudo de Caso e os instrumentos utilizados foram o “Método de Observação de Bebés de Esther Bick” (1963) e a “Entrevista R” de Stern (1989). Foi analisada uma amostra de conveniência constituída por três díades de raça branca e três díades de raça negra. Os bebés nasceram nos meses de Maio e Junho de 2005 e as idades, à data da primeira observação, variam entre os 13 e os 37 dias. Concluiu-se que tanto as diferenças culturais como os aspectos fundamentais da formação do self na relação primária devem ser tidos em conta do ponto de vista clínico pelo que são importantes na prevenção de desenvolvimento de psicopatologias e na promoção de saúde mental.