Publicação
O papel moderador da regulação emocional na relação entre o contágio emocional e o rendimento desportivo
| Resumo: | A presente dissertação teve como objetivo estudar a relação do contágio emocional e do rendimento desportivo (negativa para o contágio de emoções negativas e positiva para o contágio de emoções positivas) bem como o papel moderador da regulação emocional, nesta relação. Estas variáveis são importantes para o estudo proposto pois ajudam a entende qual a influência dos aspetos psicológicos no rendimento dos atletas, de forma a dar um maior suporte na otimização destes resultados. A amostra do presente estudo foi constituída por 226 participantes, com idades compreendidas entre os 12 e os 33 anos (M = 18.7, DP = 4.08). Os participantes deste estudo preencheram um questionário online: Escala de Contágio Emocional (ECE), Questionário de Perceção de Rendimento Desportivo (QPRD) e Escala de Regulação Emocional (ERE). Os resultados revelam que não existe correlação significativa entre o contágio emocional e o rendimento percebido dos atletas; por oposição, é visível uma correlação positiva entre a regulação emocional e o rendimento desportivo, na dimensão de reavaliação de regulação emocional. Para a moderação, os resultados não suportam a hipótese no sentido que o efeito do contágio emocional sobre o rendimento desportivo é positivo nos indivíduos que têm uma elevada capacidade de supressão na regulação emocional. Outra perspetiva confirma que quanto maior é o contágio emocional negativo pior é a perceção dos indivíduos face ao rendimento desportivo. Os resultados das correlações entre o contágio emocional e o rendimento diferem entre géneros, sendo que as mulheres demonstram ser mais propensas a ser contagiadas emocionalmente, tendo reflexo no seu rendimento desportivo. |
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| Autores principais: | Borges, Cláudia Ferreira |
| Assunto: | Contágio emocional Regulação emocional Rendimento desportivo Emotional contagion Emotional regulation Sport performance |
| Ano: | 2023 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | A presente dissertação teve como objetivo estudar a relação do contágio emocional e do rendimento desportivo (negativa para o contágio de emoções negativas e positiva para o contágio de emoções positivas) bem como o papel moderador da regulação emocional, nesta relação. Estas variáveis são importantes para o estudo proposto pois ajudam a entende qual a influência dos aspetos psicológicos no rendimento dos atletas, de forma a dar um maior suporte na otimização destes resultados. A amostra do presente estudo foi constituída por 226 participantes, com idades compreendidas entre os 12 e os 33 anos (M = 18.7, DP = 4.08). Os participantes deste estudo preencheram um questionário online: Escala de Contágio Emocional (ECE), Questionário de Perceção de Rendimento Desportivo (QPRD) e Escala de Regulação Emocional (ERE). Os resultados revelam que não existe correlação significativa entre o contágio emocional e o rendimento percebido dos atletas; por oposição, é visível uma correlação positiva entre a regulação emocional e o rendimento desportivo, na dimensão de reavaliação de regulação emocional. Para a moderação, os resultados não suportam a hipótese no sentido que o efeito do contágio emocional sobre o rendimento desportivo é positivo nos indivíduos que têm uma elevada capacidade de supressão na regulação emocional. Outra perspetiva confirma que quanto maior é o contágio emocional negativo pior é a perceção dos indivíduos face ao rendimento desportivo. Os resultados das correlações entre o contágio emocional e o rendimento diferem entre géneros, sendo que as mulheres demonstram ser mais propensas a ser contagiadas emocionalmente, tendo reflexo no seu rendimento desportivo. |
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