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Tornar-se mãe para deixar de o ser: Estudo qualitativo sobre o aborto espontâneo

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A Gravidez é um momento de grande alegria e felicidade na vida de uma mulher, é a altura em que confirmam aquilo para que nasceram, em que são capazes de dar continuação à espécie. No entanto, nem sempre uma gravidez acaba com a chegada de um filho nos braços, por vezes, as gravidezes são abruptamente interrompidas, provocando inúmeros sentimentos negativos na mulher, levando a considerar-se incapaz e inadequada à função inata para que nasceu. É então, a difícil temática do Luto Materno que se pretende abordar neste trabalho, esperando no final perceber um pouco mais sobre a forma como o luto é/ou não construído para estas mulheres, e como é encarado o dia-a-dia após uma perda tão pertinente como a de um filho. Para esta investigação, foram entrevistadas duas mulheres que tiveram gravidezes normais e duas mulheres que sofreram abortos espontâneos, com o intuito de perceber como é o processo de se tornarem mães e como é feito o luto. Numa futura investigação sobre a temática do Luto Materno, poderíamos utilizar mais mulheres que sofreram perdas de um filho, alargando a mais tipos de perdas, não só as gestacionais, para se perceber como é feito o luto materno, nos diferentes tipos de perdas.
Autores principais:Ferreira, Sofia Madaleno
Assunto:Gravidez Luto materno Aborto espontâneo Pregnancy Maternal grief Miscarriage
Ano:2012
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:A Gravidez é um momento de grande alegria e felicidade na vida de uma mulher, é a altura em que confirmam aquilo para que nasceram, em que são capazes de dar continuação à espécie. No entanto, nem sempre uma gravidez acaba com a chegada de um filho nos braços, por vezes, as gravidezes são abruptamente interrompidas, provocando inúmeros sentimentos negativos na mulher, levando a considerar-se incapaz e inadequada à função inata para que nasceu. É então, a difícil temática do Luto Materno que se pretende abordar neste trabalho, esperando no final perceber um pouco mais sobre a forma como o luto é/ou não construído para estas mulheres, e como é encarado o dia-a-dia após uma perda tão pertinente como a de um filho. Para esta investigação, foram entrevistadas duas mulheres que tiveram gravidezes normais e duas mulheres que sofreram abortos espontâneos, com o intuito de perceber como é o processo de se tornarem mães e como é feito o luto. Numa futura investigação sobre a temática do Luto Materno, poderíamos utilizar mais mulheres que sofreram perdas de um filho, alargando a mais tipos de perdas, não só as gestacionais, para se perceber como é feito o luto materno, nos diferentes tipos de perdas.