Publicação
Efeito do metilfenidato no desenvolvimento cognitivo, emocional e escolar em crianças com irrequietude motora : Estudo experimental de três casos clínicos -
| Resumo: | Este estudo exploratório teve como objectivo averiguar o efeito da medicação Metilfenidato no desenvolvimento cognitivo, emocional e escolar de três crianças com Irrequietude Motora (duas de sexo masculino e uma de sexo feminino, com idades entre os sete e os oito anos). A metodologia utilizada foi quantitativa/qualitativa, tendo a investigação decorrido em dois momentos, um antes da prescrição farmacológica (Metilfenidato) e outro no decorrer da toma da medicação, com um intervalo de tempo de seis meses. Constatou-se que neste intervalo de tempo, a medicação não produziu efeitos significativos no desenvolvimento cognitivo, emocional e escolar das crianças, verificando-se que sob o efeito da medicação revelaram a nível cognitivo e dos resultados escolares um rendimento inferior ao obtido sem medicação. A Irrequietude Motora destas crianças aponta para uma génese emocional e relacional sendo que a toma da medicação não lhes permite elaborar as angústias e ansiedades suscitadas por tal génese, continuando a ser mobilizado o aparelho motor como forma de expressão do seu sofrimento psíquico. |
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| Autores principais: | Ramos, Mariana de Fátima Valente |
| Assunto: | Avaliação psicológica Escola Família Intervenção farmacológica Irrequietude motora Psychological evaluation School Family Pharmacological intervention Motor hyperactivity |
| Ano: | 2008 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | Este estudo exploratório teve como objectivo averiguar o efeito da medicação Metilfenidato no desenvolvimento cognitivo, emocional e escolar de três crianças com Irrequietude Motora (duas de sexo masculino e uma de sexo feminino, com idades entre os sete e os oito anos). A metodologia utilizada foi quantitativa/qualitativa, tendo a investigação decorrido em dois momentos, um antes da prescrição farmacológica (Metilfenidato) e outro no decorrer da toma da medicação, com um intervalo de tempo de seis meses. Constatou-se que neste intervalo de tempo, a medicação não produziu efeitos significativos no desenvolvimento cognitivo, emocional e escolar das crianças, verificando-se que sob o efeito da medicação revelaram a nível cognitivo e dos resultados escolares um rendimento inferior ao obtido sem medicação. A Irrequietude Motora destas crianças aponta para uma génese emocional e relacional sendo que a toma da medicação não lhes permite elaborar as angústias e ansiedades suscitadas por tal génese, continuando a ser mobilizado o aparelho motor como forma de expressão do seu sofrimento psíquico. |
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