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O trinómio capital empreendedor, contrato psicológico relacional e empenhamento: uma combinação de soma positiva

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Nunca como hoje, se falou tanto da necessidade de criar novos negócios e inovar. Para sobreviver na actual conjectura de mercado, as organizações têm de estar abertas a novas oportunidades, apostando cada vez mais na criação de produtos e/ou serviços de valor acrescentado. Neste contexto, surge o conceito de Capital Empreendedor (CE) ao contribuir para a sustentabilidade e crescimento das empresas. Mas, para isso, os colaboradores têm que sentir que a sua organização os valoriza e cuida do seu bem-estar, ajustando o seu comportamento e as suas expectativas de acordo com aquilo que consideram que a organização espera deles. Neste sentido, o presente estudo, procurou colmatar a lacuna existente no domínio do CE, ao estudar o efeito moderador do empenhamento organizacional na relação entre o contrato psicológico relacional e o CE. Utilizando um design correlacional que incluiu 89 participantes de uma empresa de grande dimensão do sector da Logística e Transportes e recorrendo a análises através do Modelo de Regressão Linear Múltipla, verificou-se que o modelo de moderação não foi confirmado. Contudo, este estudo traz importantes implicações para o contexto organizacional, salientando a pertinência de os gestores estarem conscientes da importância que uma relação baseada em recursos socio-emocionais desperta nos comportamentos empreendedores dos indivíduos.
Autores principais:Velho, Andreia Soraia Cunha
Assunto:Capital empreendedor Empenhamento organizacional Contrato psicológico relacional Vantagem competitiva Corporate entrepreneurship Organizational commitment Relational psychological contract Competitive advantage
Ano:2010
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:Nunca como hoje, se falou tanto da necessidade de criar novos negócios e inovar. Para sobreviver na actual conjectura de mercado, as organizações têm de estar abertas a novas oportunidades, apostando cada vez mais na criação de produtos e/ou serviços de valor acrescentado. Neste contexto, surge o conceito de Capital Empreendedor (CE) ao contribuir para a sustentabilidade e crescimento das empresas. Mas, para isso, os colaboradores têm que sentir que a sua organização os valoriza e cuida do seu bem-estar, ajustando o seu comportamento e as suas expectativas de acordo com aquilo que consideram que a organização espera deles. Neste sentido, o presente estudo, procurou colmatar a lacuna existente no domínio do CE, ao estudar o efeito moderador do empenhamento organizacional na relação entre o contrato psicológico relacional e o CE. Utilizando um design correlacional que incluiu 89 participantes de uma empresa de grande dimensão do sector da Logística e Transportes e recorrendo a análises através do Modelo de Regressão Linear Múltipla, verificou-se que o modelo de moderação não foi confirmado. Contudo, este estudo traz importantes implicações para o contexto organizacional, salientando a pertinência de os gestores estarem conscientes da importância que uma relação baseada em recursos socio-emocionais desperta nos comportamentos empreendedores dos indivíduos.