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Discriminação em pré-seleção: Imagem ou competências?

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente estudo pretende verificar se uma determinada característica não relevante para o desempenho de uma função específica (candidato fisicamente atraente ou não), tem influência na decisão final tomada pelo profissional responsável pela seleção, o que a suceder, traduz desse modo a um ato de discriminação. O estudo contou com uma amostra de 60 participantes, sendo 30 estudantes de psicologia organizacional e 30 profissionais de Recursos Humanos pertencentes à população portuguesa. Desta forma, os participantes deste estudo teriam de avaliar 4 candidatos (duas mulheres e dois homens, sendo que uma tinha maior atratividade, outra menor atratividade e o mesmo acontece no que respeita aos homens, um com maior atratividade e outro com menor atratividade) que lhes eram apresentados através dos respetivos curricula (fictícios) indicando qual seria mais e menos adequado para ser selecionado para uma entrevista de emprego correspondente ao anúncio de emprego igualmente prestado aos mesmos sendo este também fictício. Os resultados mostraram que os candidatos com maior atratividade são os preferencialmente escolhidos ao invés dos candidatos com menor atratividade, o que sugere a existência de discriminação.
Autores principais:Caldeira, Vanda Alexandra Ramos Garção
Assunto:Atratividade facial Pré-seleção de pessoas Discriminação Facial attractiveness Personal pre-selection Discrimination
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:O presente estudo pretende verificar se uma determinada característica não relevante para o desempenho de uma função específica (candidato fisicamente atraente ou não), tem influência na decisão final tomada pelo profissional responsável pela seleção, o que a suceder, traduz desse modo a um ato de discriminação. O estudo contou com uma amostra de 60 participantes, sendo 30 estudantes de psicologia organizacional e 30 profissionais de Recursos Humanos pertencentes à população portuguesa. Desta forma, os participantes deste estudo teriam de avaliar 4 candidatos (duas mulheres e dois homens, sendo que uma tinha maior atratividade, outra menor atratividade e o mesmo acontece no que respeita aos homens, um com maior atratividade e outro com menor atratividade) que lhes eram apresentados através dos respetivos curricula (fictícios) indicando qual seria mais e menos adequado para ser selecionado para uma entrevista de emprego correspondente ao anúncio de emprego igualmente prestado aos mesmos sendo este também fictício. Os resultados mostraram que os candidatos com maior atratividade são os preferencialmente escolhidos ao invés dos candidatos com menor atratividade, o que sugere a existência de discriminação.