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O director da escola pública: Da unipessoalidade à democraticidade da liderança

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A investigação teve por objetivo de estudo o diretor da escola pública portuguesa com o intuito de perceber se é a constituição do órgão de gestão, colegial ou unipessoal, que determina a qualidade e a força das lideranças e, ainda, de equacionar a compatibilidade entre um modelo organizacional, teoricamente, mais centralizado e o exercício de uma liderança de participação democrática. A condição do líder da escola agora diretor ter sido o anterior presidente do conselho executivo deu consistência à possibilidade de tentarmos perceber se são os decretos que alteram, ou não, o comportamento do líder. Neste sentido, fizemos uso de um estudo de caso, e mobilizamos a técnica da entrevista, a observação não participante, a análise documental, as conversas informais e a análise de conteúdo. Foi possível concluir que não é a composição do órgão de gestão que determina a força das lideranças mas antes a capacidade dos líderes formais para envolverem os diversos atores na dinâmica organizacional. Os actores educativos deixaram perceber que a representação acerca do poder do diretor se reportava ao abstrato da norma e não à situação concreta experienciada pelos próprios.
Autores principais:Leal, Manuela
Outros Autores:Carvalho, Maria João
Assunto:Inexistente
Ano:2012
País:Portugal
Tipo de documento:documento de conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:A investigação teve por objetivo de estudo o diretor da escola pública portuguesa com o intuito de perceber se é a constituição do órgão de gestão, colegial ou unipessoal, que determina a qualidade e a força das lideranças e, ainda, de equacionar a compatibilidade entre um modelo organizacional, teoricamente, mais centralizado e o exercício de uma liderança de participação democrática. A condição do líder da escola agora diretor ter sido o anterior presidente do conselho executivo deu consistência à possibilidade de tentarmos perceber se são os decretos que alteram, ou não, o comportamento do líder. Neste sentido, fizemos uso de um estudo de caso, e mobilizamos a técnica da entrevista, a observação não participante, a análise documental, as conversas informais e a análise de conteúdo. Foi possível concluir que não é a composição do órgão de gestão que determina a força das lideranças mas antes a capacidade dos líderes formais para envolverem os diversos atores na dinâmica organizacional. Os actores educativos deixaram perceber que a representação acerca do poder do diretor se reportava ao abstrato da norma e não à situação concreta experienciada pelos próprios.