Publicação
Ansiedade face aos testes
| Resumo: | O stress e a ansiedade são uma constante no dia-a-dia da população em geral. Na vida académica isto não é diferente pois os alunos são expostos a diversas situações causadores desse stress e dessa ansiedade, como por exemplo a pressão que sentem por parte dos professores ou até dos pais para alcançarem bons resultados, as constantes avaliações a que são sujeitos ao longo de todo o percurso académico, o receio que os próprios sentem em falhar, as expectativas sentidas por estes em relação à sua vida académica, entre outras. Tudo isto poderá influenciar tanto o desempenho académico dos alunos como o sucesso escolar dos mesmos. . Existem factores que poderão mostrar diferenças nos níveis de ansiedade como por exemplo o facto de o aluno já ter reprovado de ano anteriormente, o género, o autoconceito e o nível de escolaridade em que se encontram. Posto isto, este trabalho apresenta como objectivo conhecer e compreender a ansiedade face aos testes nos estudantes de duas turmas que frequentam o 8º, 9º, 10º e 11º anos lectivos do agrupamento de escolas da Brandoa, Amadora. Este trabalho, pretende também compreender o comportamento da variável ansiedade face aos testes em relação ao autoconceito, ao género, ao ciclo escolar e ao proveito escolar dos alunos. A recolha dos dados foi de forma quantitativa através de dois questionários, o QAT – “Questionário da Ansiedade Face aos Testes” de Rosário e Soares (2004) e a “Escala de Autoconceito e Auto-Estima” de Peixoto e Almeida (1999). Os resultados não foram de encontro à literatura, não tendo sido verificadas diferenças significativas na ansiedade sentida face aos testes em relação ao género, autoconceito, ciclo escolar e proveito académico. Assim, os resultados não foram de encontro às hipóteses propostas neste estudo. No entanto, isto poderá ser explicado, como mais à frente se poderá consultar. |
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| Autores principais: | Videira, Joana Raquel Faia |
| Assunto: | Tensão Ansiedade Stress Desempenho escolar Autoconceito e auto estima Tension Anxiety School performance Self-concept and self-esteem |
| Ano: | 2020 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | O stress e a ansiedade são uma constante no dia-a-dia da população em geral. Na vida académica isto não é diferente pois os alunos são expostos a diversas situações causadores desse stress e dessa ansiedade, como por exemplo a pressão que sentem por parte dos professores ou até dos pais para alcançarem bons resultados, as constantes avaliações a que são sujeitos ao longo de todo o percurso académico, o receio que os próprios sentem em falhar, as expectativas sentidas por estes em relação à sua vida académica, entre outras. Tudo isto poderá influenciar tanto o desempenho académico dos alunos como o sucesso escolar dos mesmos. . Existem factores que poderão mostrar diferenças nos níveis de ansiedade como por exemplo o facto de o aluno já ter reprovado de ano anteriormente, o género, o autoconceito e o nível de escolaridade em que se encontram. Posto isto, este trabalho apresenta como objectivo conhecer e compreender a ansiedade face aos testes nos estudantes de duas turmas que frequentam o 8º, 9º, 10º e 11º anos lectivos do agrupamento de escolas da Brandoa, Amadora. Este trabalho, pretende também compreender o comportamento da variável ansiedade face aos testes em relação ao autoconceito, ao género, ao ciclo escolar e ao proveito escolar dos alunos. A recolha dos dados foi de forma quantitativa através de dois questionários, o QAT – “Questionário da Ansiedade Face aos Testes” de Rosário e Soares (2004) e a “Escala de Autoconceito e Auto-Estima” de Peixoto e Almeida (1999). Os resultados não foram de encontro à literatura, não tendo sido verificadas diferenças significativas na ansiedade sentida face aos testes em relação ao género, autoconceito, ciclo escolar e proveito académico. Assim, os resultados não foram de encontro às hipóteses propostas neste estudo. No entanto, isto poderá ser explicado, como mais à frente se poderá consultar. |
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