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Representações de vinculação à mãe versus pai em famílias biparentais

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Os Objectivos do presente estudo são: o estudo das diferenças na vinculação estabelecida entre pai-criança e mãe-criança, assim, as crianças foram comparadas em termos de vinculação segura e insegura à mãe versus pai. Este estudo é constituído por uma amostra de 30 participantes com idades compreendidas entre os 4 e 5 anos de ambos os sexos sendo 15 do sexo masculino e 15 do sexo feminino, membros de famílias bi-parentais. Utilizaram-se as Histórias de Bretherton, que consistem em cinco histórias, cada história está formulada de forma a desencadear respostas correspondentes a uma questão particular de vinculação. Os resultados mostram que os pais ao longo do primeiro ano de vida da criança, estiveram atentos aos seus sinais emocionais, respondendo adequadamente, minimizando possíveis perturbações/desconforto e aumentando assim o seu bem-estar, o que origina um padrão de vinculação segura.
Autores principais:Charneira, Ana
Assunto:Vinculação Criança Mãe Pai Attachment Child Mother Father
Ano:2008
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:Os Objectivos do presente estudo são: o estudo das diferenças na vinculação estabelecida entre pai-criança e mãe-criança, assim, as crianças foram comparadas em termos de vinculação segura e insegura à mãe versus pai. Este estudo é constituído por uma amostra de 30 participantes com idades compreendidas entre os 4 e 5 anos de ambos os sexos sendo 15 do sexo masculino e 15 do sexo feminino, membros de famílias bi-parentais. Utilizaram-se as Histórias de Bretherton, que consistem em cinco histórias, cada história está formulada de forma a desencadear respostas correspondentes a uma questão particular de vinculação. Os resultados mostram que os pais ao longo do primeiro ano de vida da criança, estiveram atentos aos seus sinais emocionais, respondendo adequadamente, minimizando possíveis perturbações/desconforto e aumentando assim o seu bem-estar, o que origina um padrão de vinculação segura.