Publicação
Funcionamento familiar e o comportamento desviante no adolescente: A mediação da perceção de risco e perceção de falso self
| Resumo: | O presente estudo pretende fornecer evidências acerca do funcionamento familiar (coesão e flexibilidade) do adolescente e do impacto nos comportamentos desviantes à luz do Modelo Circumplexo de Olson (2000). É certo que a família representa um papel preditivo no desenvolvimento do comportamento delinquente dos jovens. Assim, o presente estudo pretende avaliar qual das dimensões do sistema familiar tem um maior impacto nos comportamentos desviantes dos jovens, explorando também a mediação da perceção de risco e da perceção de falso self do jovem. Neste estudo participaram 182 adolescentes com idades entre os 15 e os 21 anos, sendo que os instrumentos utilizados foram a Escala de Avaliação da Flexibilidade e Coesão Familiar (FACES IV) (Olson, 2011), a Escala de Comportamentos Desviantes (Sanches & Gouveia-Pereira, 2013), a Escala de Perceção de Risco adaptada (Benthin et al., 1993) e a Escala de Perceção de Falso Self (Weir & Jose, 2010). Os resultados revelaram que a coesão familiar tem um maior impacto no desvio juvenil do que a flexibilidade, sendo que a perceção de risco do jovem medeia a relação entre o sistema familiar e a desviância. A variável da perceção de falso self não se revelou mediadora desta relação. As limitações da presente investigação são discutidas. |
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| Autores principais: | Garcia, Filipa Martins Pinto |
| Assunto: | Modelo circumplexo Coesão familiar Flexibilidade familiar Comportamento desviante Perceção de risco Falso self Circumplex model Family cohesion Family flexibility Deviant behavior Risk perception False self |
| Ano: | 2022 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | O presente estudo pretende fornecer evidências acerca do funcionamento familiar (coesão e flexibilidade) do adolescente e do impacto nos comportamentos desviantes à luz do Modelo Circumplexo de Olson (2000). É certo que a família representa um papel preditivo no desenvolvimento do comportamento delinquente dos jovens. Assim, o presente estudo pretende avaliar qual das dimensões do sistema familiar tem um maior impacto nos comportamentos desviantes dos jovens, explorando também a mediação da perceção de risco e da perceção de falso self do jovem. Neste estudo participaram 182 adolescentes com idades entre os 15 e os 21 anos, sendo que os instrumentos utilizados foram a Escala de Avaliação da Flexibilidade e Coesão Familiar (FACES IV) (Olson, 2011), a Escala de Comportamentos Desviantes (Sanches & Gouveia-Pereira, 2013), a Escala de Perceção de Risco adaptada (Benthin et al., 1993) e a Escala de Perceção de Falso Self (Weir & Jose, 2010). Os resultados revelaram que a coesão familiar tem um maior impacto no desvio juvenil do que a flexibilidade, sendo que a perceção de risco do jovem medeia a relação entre o sistema familiar e a desviância. A variável da perceção de falso self não se revelou mediadora desta relação. As limitações da presente investigação são discutidas. |
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