Publicação
Neuroticismo: Algumas variáveis diferenciais
| Resumo: | O neuroticismo é um traço cognitivo-afectivo ou uma expressão negativa da personalidade. Depois de tentarmos definir este construto e de fazer alguma referência à sua avaliação, analisamos alguns estudos que o correlacionam com outras emoções negativas ou positivas da personalidade e com variáveis sociodemográficas. Na parte empírica são analisados três estudos, numa perspectiva diferencial, tentando saber se há diferenças significativas conforme a idade, o sexo, a cultura/ nação e a religião. Dada a pouca base bibliográfica capaz de sustentar algumas hipóteses, o estudo torna- se exploratório, embora se confirmem alguns pressupostos iniciais: conforme o sexo, as mulheres tendem a ser mais neuróticas do que os homens; atendendo à idade, os adolescentes e os idosos são mais neuróticos que os adultos. Quanto à cultura/nação, os africanos (caboverdianos e angolanos) tendem a manifestar maior neuroticidade que os portugueses. No que concerne à religião, não foram encontradas diferenças significativas entre as freiras e as raparigas universitárias. |
|---|---|
| Autores principais: | Oliveira, José H. Barros de |
| Assunto: | Neuroticismo Idade Sexo Cultura Religião Neuroticism Age Gender Culture Religion |
| Ano: | 2002 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | O neuroticismo é um traço cognitivo-afectivo ou uma expressão negativa da personalidade. Depois de tentarmos definir este construto e de fazer alguma referência à sua avaliação, analisamos alguns estudos que o correlacionam com outras emoções negativas ou positivas da personalidade e com variáveis sociodemográficas. Na parte empírica são analisados três estudos, numa perspectiva diferencial, tentando saber se há diferenças significativas conforme a idade, o sexo, a cultura/ nação e a religião. Dada a pouca base bibliográfica capaz de sustentar algumas hipóteses, o estudo torna- se exploratório, embora se confirmem alguns pressupostos iniciais: conforme o sexo, as mulheres tendem a ser mais neuróticas do que os homens; atendendo à idade, os adolescentes e os idosos são mais neuróticos que os adultos. Quanto à cultura/nação, os africanos (caboverdianos e angolanos) tendem a manifestar maior neuroticidade que os portugueses. No que concerne à religião, não foram encontradas diferenças significativas entre as freiras e as raparigas universitárias. |
|---|