Publicação
Entre o online e o offline : a relação entre o cyberstalking e a ansiedade, a depressão, o stress e os comportamentos autolesivos e a ideação suicida
| Resumo: | A literatura refere que o Cyberstalking é um fenómeno que prevalece mais nas mulheres e que origina diversas consequências psicológicas nas vítimas (Stevens et al., 2020). Contudo, os estudos sobre a relação entre o Cyberstalking e os Comportamentos Autolesivos são escassos. Desta forma, este estudo tem como objetivos analisar se existem diferenças entre o sexo e a faixa etária nas vítimas de Cyberstalking, verificar se a Ansiedade, a Depressão, o Stress, os Comportamentos Autolesivos e a Ideação Suicida estão correlacionadas com o Cyberstalking e, por fim, compreender se existem diferenças na frequência dos Comportamentos Autolesivos, consoante o facto de se ser ou não vítima de Cyberstalking. A amostra é constituída por 309 participantes, com idades entre os 18 e os 30 anos, e utilizou-se um Questionário Sociodemográfico, a Escala de Avaliação de Cyberstalking, a Escala de Ansiedade, Depressão e Stress, o Inventário de Comportamentos Autolesivos e o Questionário de Ideação Suicida. Os resultados demonstraram que, relativamente às vítimas de Cyberstalking, existem efeitos principais em relação ao sexo, no entanto, não existem na faixa etária. Verificou-se também uma correlação entre o Cyberstalking, a Ansiedade, a Depressão, o Stress, os Comportamentos Autolesivos e a Ideação Suicida. Além disso, existem diferenças na frequência de Comportamentos Autolesivos entre vítimas e não vítimas deste fenómeno. Para estudos futuros, sugere-se a realização de estudos que incluam mais faixas etárias e de estudos que explorem de forma mais aprofundada o Cyberstalking e os Comportamentos Autolesivos. |
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| Autores principais: | Marchante, Catarina Sofia Curro |
| Assunto: | Cyberstalking consequências saúde mental consequences mental health |
| Ano: | 2021 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | A literatura refere que o Cyberstalking é um fenómeno que prevalece mais nas mulheres e que origina diversas consequências psicológicas nas vítimas (Stevens et al., 2020). Contudo, os estudos sobre a relação entre o Cyberstalking e os Comportamentos Autolesivos são escassos. Desta forma, este estudo tem como objetivos analisar se existem diferenças entre o sexo e a faixa etária nas vítimas de Cyberstalking, verificar se a Ansiedade, a Depressão, o Stress, os Comportamentos Autolesivos e a Ideação Suicida estão correlacionadas com o Cyberstalking e, por fim, compreender se existem diferenças na frequência dos Comportamentos Autolesivos, consoante o facto de se ser ou não vítima de Cyberstalking. A amostra é constituída por 309 participantes, com idades entre os 18 e os 30 anos, e utilizou-se um Questionário Sociodemográfico, a Escala de Avaliação de Cyberstalking, a Escala de Ansiedade, Depressão e Stress, o Inventário de Comportamentos Autolesivos e o Questionário de Ideação Suicida. Os resultados demonstraram que, relativamente às vítimas de Cyberstalking, existem efeitos principais em relação ao sexo, no entanto, não existem na faixa etária. Verificou-se também uma correlação entre o Cyberstalking, a Ansiedade, a Depressão, o Stress, os Comportamentos Autolesivos e a Ideação Suicida. Além disso, existem diferenças na frequência de Comportamentos Autolesivos entre vítimas e não vítimas deste fenómeno. Para estudos futuros, sugere-se a realização de estudos que incluam mais faixas etárias e de estudos que explorem de forma mais aprofundada o Cyberstalking e os Comportamentos Autolesivos. |
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