Publicação
Qualidade da relação familiar e crianças com perturbações de comportamento – estudo de caso
| Resumo: | O estudo de caso centra-se numa criança de 5 anos, do sexo masculino, que começou por se destacar das outras crianças do jardim-de-infância por apresentar comportamentos desadequados, cada vez mais frequentes e mais intensos a nível de auto-agressão e hetero-agressividade. A criança pertence a uma família em que os pais estão separados, o pai está ausente, vendo a criança sensivelmente uma vez por ano. Esta criança tem vindo a crescer num ambiente de agressividade e conflitos interparentais em que a maioria das figuras familiares tem para com ela uma relação de hostilidade, agressividade e desinteresse. Atitudes de afecto, de protecção e preocupação são muito raras e substituídas por comportamentos anti-sociais, bem como por respostas desadequadas dadas pela própria família às suas necessidades. A análise das características familiares, dos comportamentos da criança, do tipo de relações estabelecidas com a criança, de como esta se vê e se sente no seio da sua família, desenvolvendo comportamentos anti-sociais como forma de exteriorizar sentimentos de raiva e angústia, levou à conclusão de uma ligação possível entre a qualidade da relação familiar e o desenvolvimento de perturbações de comportamento na infância |
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| Autores principais: | Correia, Carla de Almeida |
| Assunto: | Criança Perturbações de comportamento Relação interparental Relação parental Relações familiares |
| Ano: | 2008 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | O estudo de caso centra-se numa criança de 5 anos, do sexo masculino, que começou por se destacar das outras crianças do jardim-de-infância por apresentar comportamentos desadequados, cada vez mais frequentes e mais intensos a nível de auto-agressão e hetero-agressividade. A criança pertence a uma família em que os pais estão separados, o pai está ausente, vendo a criança sensivelmente uma vez por ano. Esta criança tem vindo a crescer num ambiente de agressividade e conflitos interparentais em que a maioria das figuras familiares tem para com ela uma relação de hostilidade, agressividade e desinteresse. Atitudes de afecto, de protecção e preocupação são muito raras e substituídas por comportamentos anti-sociais, bem como por respostas desadequadas dadas pela própria família às suas necessidades. A análise das características familiares, dos comportamentos da criança, do tipo de relações estabelecidas com a criança, de como esta se vê e se sente no seio da sua família, desenvolvendo comportamentos anti-sociais como forma de exteriorizar sentimentos de raiva e angústia, levou à conclusão de uma ligação possível entre a qualidade da relação familiar e o desenvolvimento de perturbações de comportamento na infância |
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