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Práticas típicas ideais de consultoria colaborativa em intervenção precoce na infância: Perceção dos profissionais

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A investigação que tem sido feita na área de Intervenção Precoce na Infância (IPI) tem encontrado um afastamento entre as práticas típicas dos profissionais e aquelas que estes consideram ser as ideais. Este afastamento tem sido descrito em relação à abordagem centrada na família, entre outras práticas recomendadas. O objetivo do presente estudo foi contribuir para a compreensão das perceções dos profissionais das equipas de intervenção precoce a nível nacional relativamente às suas práticas típicas e às práticas que consideram ser ideais, tendo como pretensão uma intervenção sustentada pela consultoria colaborativa. Desta forma, propusemo-nos analisar as perceções dos profissionais relativamente às suas práticas e às práticas que consideram ser as ideais em função de algumas variáveis sociodemográficas. Pretendeu-se perceber se o trabalho a tempo inteiro em intervenção precoce na infância, o tempo de experiência em IPI, o grupo profissional a que pertencem e a periodicidade das reuniões de equipa e de supervisão podem estar relacionados com as perceções das suas práticas estarem próximas ou não das recomendações. Os resultados encontrados continuam a revelar um hiato entre as práticas recomendadas, baseadas numa abordagem centrada na família e as práticas típicas dos profissionais. Embora não tenham sido encontradas diferenças em função das variáveis sociodemográficas intrínsecas aos profissionais (como experiência ou grupo profissional) foram encontradas diferenças estatisticamente significativas em função da periodicidade das reuniões de equipa e de momentos de supervisão.
Autores principais:Velez , Ângela Cristina Duarte
Assunto:Intervenção precoce na infância Perceções dos profissionais Consultoria colaborativa Early childhood intervention Perceptions Collaborative consultation
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:A investigação que tem sido feita na área de Intervenção Precoce na Infância (IPI) tem encontrado um afastamento entre as práticas típicas dos profissionais e aquelas que estes consideram ser as ideais. Este afastamento tem sido descrito em relação à abordagem centrada na família, entre outras práticas recomendadas. O objetivo do presente estudo foi contribuir para a compreensão das perceções dos profissionais das equipas de intervenção precoce a nível nacional relativamente às suas práticas típicas e às práticas que consideram ser ideais, tendo como pretensão uma intervenção sustentada pela consultoria colaborativa. Desta forma, propusemo-nos analisar as perceções dos profissionais relativamente às suas práticas e às práticas que consideram ser as ideais em função de algumas variáveis sociodemográficas. Pretendeu-se perceber se o trabalho a tempo inteiro em intervenção precoce na infância, o tempo de experiência em IPI, o grupo profissional a que pertencem e a periodicidade das reuniões de equipa e de supervisão podem estar relacionados com as perceções das suas práticas estarem próximas ou não das recomendações. Os resultados encontrados continuam a revelar um hiato entre as práticas recomendadas, baseadas numa abordagem centrada na família e as práticas típicas dos profissionais. Embora não tenham sido encontradas diferenças em função das variáveis sociodemográficas intrínsecas aos profissionais (como experiência ou grupo profissional) foram encontradas diferenças estatisticamente significativas em função da periodicidade das reuniões de equipa e de momentos de supervisão.