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Até onde chega a voz da rádio-aurora?

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Introdução: O Estigma Social face à doença mental e aos seus portadores, constitui um problema multidimensional, que se reflete em todas as áreas da vida da pessoa. Sendo os meios de comunicação a maior fonte de informação do público, podem ser promotores na diminuição das barreiras de reabilitação e integração social da pessoa com doença mental. Objetivo: Averiguar se os níveis de crenças negativas face à doença mental e aos sujeitos portadores da mesma, diminuem significativamente após a escuta de um programa de rádio realizado por pessoas com doença mental. Método: Participantes: 30 sujeitos, funcionários públicos ativos, com diversas habilitações literárias, 27-63 anos. Amostra não probabilística por conveniência, que nunca tenha ouvido o programa. Delineamento: Estudo quasi-esperimental comparativo (com Préteste e Pós-teste). Instrumentos: Questionário Sócio-Demográfico, Inventário de Crenças acerca da Doença Mental (ICDM), e dois programas da Rádio Auora – A Outra Voz. Procedimento: Aplicação do ICDM antes e depois da audição dos dois programas de rádio. Resultados: os níveis de crenças estigmatizadoras acerca da doença mental diminuiu significativamente em cinco das seis dimensões em estudos. Conclusões:A Rádio Aurora - A Outra Voz é eficaz no combate ao estigma social face à doença mental, sendo promotor de mudanças positivas quanto à representação social das pessoas com doença mental.
Autores principais:Almeida, Maria de Lurdes Gomes de
Assunto:Estigma Crenças Doença mental Media Stigma Beliefs Mental illness Media
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:Introdução: O Estigma Social face à doença mental e aos seus portadores, constitui um problema multidimensional, que se reflete em todas as áreas da vida da pessoa. Sendo os meios de comunicação a maior fonte de informação do público, podem ser promotores na diminuição das barreiras de reabilitação e integração social da pessoa com doença mental. Objetivo: Averiguar se os níveis de crenças negativas face à doença mental e aos sujeitos portadores da mesma, diminuem significativamente após a escuta de um programa de rádio realizado por pessoas com doença mental. Método: Participantes: 30 sujeitos, funcionários públicos ativos, com diversas habilitações literárias, 27-63 anos. Amostra não probabilística por conveniência, que nunca tenha ouvido o programa. Delineamento: Estudo quasi-esperimental comparativo (com Préteste e Pós-teste). Instrumentos: Questionário Sócio-Demográfico, Inventário de Crenças acerca da Doença Mental (ICDM), e dois programas da Rádio Auora – A Outra Voz. Procedimento: Aplicação do ICDM antes e depois da audição dos dois programas de rádio. Resultados: os níveis de crenças estigmatizadoras acerca da doença mental diminuiu significativamente em cinco das seis dimensões em estudos. Conclusões:A Rádio Aurora - A Outra Voz é eficaz no combate ao estigma social face à doença mental, sendo promotor de mudanças positivas quanto à representação social das pessoas com doença mental.