Publicação
Por detrás da máscara! (O impacto das máscaras de proteção na perceção das emoções em crianças de 5 anos)
| Resumo: | A capacidade no reconhecimento de emoções inicia-se precocemente durante a infância. No entanto, devido ao período pandémico da COVID-19, a utilização de máscaras de proteção faciais poderá ter limitado esta capacidade em crianças privadas de uma correta exposição facial desde os 3 anos de idade. O presente estudo tem como principal objetivo compreender qual o impacto que as máscaras faciais têm na perceção visual das emoções em crianças de 5 anos de idade. A amostra é composta por 30 crianças (15 são do sexo feminino e 15 do sexo masculino), que frequentam o ensino pré-escolar, com um desenvolvimento cognitivo-intelectual adequado. Utilizou-se um conjunto de 120 imagens de rostos humanos expressando seis emoções diferentes (alegria, tristeza, medo, raiva, nojo, ou ausência de emoção/neutra) em que metade tem máscara e a outra metade está sem máscara do tipo cirúrgico Avaliaram-se as emoções mais afetadas e quais as mais facilmente confundidas, bem como o tempo de resposta, entre as faces com e sem máscara. Os resultados mostraram um maior prejuízo com o uso de máscara nas emoções de nojo, tristeza ou na ausência de uma emoção. Em relação ao tempo de resposta das crianças, percebeu-se que não existe um impacto significativo. No entanto, o tempo mostrou diferir dependendo da emoção, sendo a tristeza a que apresenta maior impacto. Este estudo confirma, que a utilização de máscaras faciais prejudica a perceção das emoções em crianças pequenas. |
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| Autores principais: | Catarino, Filipa Alexandra Fialho |
| Assunto: | Emoções Máscara facial Perceção visual Covid 19 Crianças Emotions Mask Visual perception Covid-19 Children |
| Ano: | 2022 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | A capacidade no reconhecimento de emoções inicia-se precocemente durante a infância. No entanto, devido ao período pandémico da COVID-19, a utilização de máscaras de proteção faciais poderá ter limitado esta capacidade em crianças privadas de uma correta exposição facial desde os 3 anos de idade. O presente estudo tem como principal objetivo compreender qual o impacto que as máscaras faciais têm na perceção visual das emoções em crianças de 5 anos de idade. A amostra é composta por 30 crianças (15 são do sexo feminino e 15 do sexo masculino), que frequentam o ensino pré-escolar, com um desenvolvimento cognitivo-intelectual adequado. Utilizou-se um conjunto de 120 imagens de rostos humanos expressando seis emoções diferentes (alegria, tristeza, medo, raiva, nojo, ou ausência de emoção/neutra) em que metade tem máscara e a outra metade está sem máscara do tipo cirúrgico Avaliaram-se as emoções mais afetadas e quais as mais facilmente confundidas, bem como o tempo de resposta, entre as faces com e sem máscara. Os resultados mostraram um maior prejuízo com o uso de máscara nas emoções de nojo, tristeza ou na ausência de uma emoção. Em relação ao tempo de resposta das crianças, percebeu-se que não existe um impacto significativo. No entanto, o tempo mostrou diferir dependendo da emoção, sendo a tristeza a que apresenta maior impacto. Este estudo confirma, que a utilização de máscaras faciais prejudica a perceção das emoções em crianças pequenas. |
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