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“Spiegel im Spiegel” Uma análise psicanalítica da trilogia de Samuel Beckett, pela teoria de Wilfred Bion

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A psicanálise estabeleceu desde cedo uma relação com a literatura, logo pela mão do seu fundador Sigmund Freud. Este trabalho tem como objectivo fazer uma leitura psicanalítica da trilogia de Samuel Beckett, Molloy, Malone está a morrer e O Inominável. Para tal recorre a não só nome centrais da psicanálise como Freud, Klein, Bion, como também a linhas mais alternativas como Jung, Matte-Blanco e Grotstein. Os conceitos mais explorados são: a teoria das posições, o inconsciente, pulsão de morte e destruição e as transformações. O autor recorre ainda a alguns nomes da teoria filosófica do Existencialismo, bem como outros exemplos literários relevantes para a melhor compreensão desta análise. À semelhança de outras análises literárias feitas num âmbito da psicanálise, o método usado é por uma comparação constante entre a teoria psicanalítica e a obra de Beckett, seguindo a cronologia desta última. O autor conclui com uma leitura pessoal do essencial do trabalho, encontrando numa música a expressão máxima da sua síntese.
Autores principais:Vilhena, Manuel Lampreia
Assunto:Beckett Bion Transformações Deserto Espelho Transformations Desert Mirror
Ano:2009
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:A psicanálise estabeleceu desde cedo uma relação com a literatura, logo pela mão do seu fundador Sigmund Freud. Este trabalho tem como objectivo fazer uma leitura psicanalítica da trilogia de Samuel Beckett, Molloy, Malone está a morrer e O Inominável. Para tal recorre a não só nome centrais da psicanálise como Freud, Klein, Bion, como também a linhas mais alternativas como Jung, Matte-Blanco e Grotstein. Os conceitos mais explorados são: a teoria das posições, o inconsciente, pulsão de morte e destruição e as transformações. O autor recorre ainda a alguns nomes da teoria filosófica do Existencialismo, bem como outros exemplos literários relevantes para a melhor compreensão desta análise. À semelhança de outras análises literárias feitas num âmbito da psicanálise, o método usado é por uma comparação constante entre a teoria psicanalítica e a obra de Beckett, seguindo a cronologia desta última. O autor conclui com uma leitura pessoal do essencial do trabalho, encontrando numa música a expressão máxima da sua síntese.