Publicação
O assalto sexual nos campus universitários em Portugal
| Resumo: | É de conhecimento geral a existência de assalto sexual sendo um fenómeno progressivamente mais visível a nível mundial. No entanto, subsiste como um fenómeno pouco visível no seu conjunto e com ainda menos visibilidade quando ocorre em Campus Universitários em termos globais e também em Portugal. A presente investigação tem como principal objetivo estudar a incidência da violência sexual em estudantes universitários portugueses, pois este tema tem vindo a tornar-se numa área de interesse em termos de movimento cívico e de relevância em termos de investigação. No sentido de sistematizar a informação no que diz respeito a elementos chave como violência sexual, assalto sexual, alcoolismo e uso de estupefacientes, e considerando que não há ainda muita informação disponível sobre a violência sexual nos Campus Universitários em Portugal, considerou-se relevante realizar um estudo exploratório a nível nacional. Esta investigação pretende assim, determinar, caracterizar e compreender as características desta problemática em termos de vitimização de assalto sexual no contexto académico português, partindo da perceção dos próprios estudantes. Concluiu-se através de dados recolhidos junto de 104 estudantes universitários, com idades superiores a 17 anos, que as percentagens de vítimas de assalto sexual diminuíram. Não quer dizer que seja efetivamente representativo da população, mas a realidade da amostra do estudo. Apesar disso, qualquer diminuição deste fenómeno que representa muito a violência de género é positiva. Relativamente aos números de stalking que representam quase metade da amostra, vemos que acaba por não se concretizar em assalto sexual. Não podemos, no entanto, menosprezar o fenómeno de stalking que pode ser tão destrutivo como o assalto sexual em si. |
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| Autores principais: | Fernandes, Bruna Sáli Andrade |
| Assunto: | Violência sexual Assalto sexual Vítima Prevenção Universidade nacional Stalking Sexual violence Sexual assault Victim Prevenction National university |
| Ano: | 2020 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | É de conhecimento geral a existência de assalto sexual sendo um fenómeno progressivamente mais visível a nível mundial. No entanto, subsiste como um fenómeno pouco visível no seu conjunto e com ainda menos visibilidade quando ocorre em Campus Universitários em termos globais e também em Portugal. A presente investigação tem como principal objetivo estudar a incidência da violência sexual em estudantes universitários portugueses, pois este tema tem vindo a tornar-se numa área de interesse em termos de movimento cívico e de relevância em termos de investigação. No sentido de sistematizar a informação no que diz respeito a elementos chave como violência sexual, assalto sexual, alcoolismo e uso de estupefacientes, e considerando que não há ainda muita informação disponível sobre a violência sexual nos Campus Universitários em Portugal, considerou-se relevante realizar um estudo exploratório a nível nacional. Esta investigação pretende assim, determinar, caracterizar e compreender as características desta problemática em termos de vitimização de assalto sexual no contexto académico português, partindo da perceção dos próprios estudantes. Concluiu-se através de dados recolhidos junto de 104 estudantes universitários, com idades superiores a 17 anos, que as percentagens de vítimas de assalto sexual diminuíram. Não quer dizer que seja efetivamente representativo da população, mas a realidade da amostra do estudo. Apesar disso, qualquer diminuição deste fenómeno que representa muito a violência de género é positiva. Relativamente aos números de stalking que representam quase metade da amostra, vemos que acaba por não se concretizar em assalto sexual. Não podemos, no entanto, menosprezar o fenómeno de stalking que pode ser tão destrutivo como o assalto sexual em si. |
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