Publicação
Teletrabalho: Que oportunidade de trabalho para o cidadão incapacitado?
| Resumo: | A natureza do trabalho, tal como até agora tem sido entendido, está a atravessar uma redefinição fundamental. O teletrabalho e o trabalho remoto efectuado em computador constituem duas das manifestações dessa redefinição. Um grupo que tem sido apontado como potencial beneficiário da adopção destas novas modalidades de trabalho é o constituído pelas pessoas que, por uma razão ou outra, estão relativamente «amarradas à casa», nomeadamente, as que possuem algum tipo de incapacidade. No entanto, o assunto levanta questões de vária ordem. Designadamente, importa determinar qual a disponibilidade das empresas para adoptarem novas modalidades de trabalho, quais as actividades que elas estão dispostas a dar a executar a entidades externas e qual o modelo de trabalho mais adequado, nomeadamente, quando em causa estão trabalhadores com necessidades especiais. Por outro lado, é necessário determinar e analisar percepções, expectativas e ideias pré-concebidas, de modo a gerir, adequadamente, eventuais resistências e apresentar soluções passíveis de serem adoptadas e utilizadas eficazmente. Mais ainda, é fundamental averiguar até que ponto as oportunidades proporcionadas pelas tecnologias da informação e da comunicação significam uma vida mais completa e digna, ao nível moral, psicológico, intelectual e social para o cidadão portador de incapacidade. Este trabalho reporta os resultados de um estudo desenhado para responder a estas questões. Ele também permitiu descobrir quais as competências que os potenciais teletrabalhadores necessitam ter, possibilitando o progresso de acções de formação e o desenvolvimento de estratégias de inserção adaptadas ao teletrabalhador e às necessidades e expectativas das empresas. |
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| Autores principais: | Santana, Silvina |
| Assunto: | Teletrabalho Incapacidade Inclusão social Cidades digitais Telework Disability, Social inclusion Digital cities. |
| Ano: | 2002 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | A natureza do trabalho, tal como até agora tem sido entendido, está a atravessar uma redefinição fundamental. O teletrabalho e o trabalho remoto efectuado em computador constituem duas das manifestações dessa redefinição. Um grupo que tem sido apontado como potencial beneficiário da adopção destas novas modalidades de trabalho é o constituído pelas pessoas que, por uma razão ou outra, estão relativamente «amarradas à casa», nomeadamente, as que possuem algum tipo de incapacidade. No entanto, o assunto levanta questões de vária ordem. Designadamente, importa determinar qual a disponibilidade das empresas para adoptarem novas modalidades de trabalho, quais as actividades que elas estão dispostas a dar a executar a entidades externas e qual o modelo de trabalho mais adequado, nomeadamente, quando em causa estão trabalhadores com necessidades especiais. Por outro lado, é necessário determinar e analisar percepções, expectativas e ideias pré-concebidas, de modo a gerir, adequadamente, eventuais resistências e apresentar soluções passíveis de serem adoptadas e utilizadas eficazmente. Mais ainda, é fundamental averiguar até que ponto as oportunidades proporcionadas pelas tecnologias da informação e da comunicação significam uma vida mais completa e digna, ao nível moral, psicológico, intelectual e social para o cidadão portador de incapacidade. Este trabalho reporta os resultados de um estudo desenhado para responder a estas questões. Ele também permitiu descobrir quais as competências que os potenciais teletrabalhadores necessitam ter, possibilitando o progresso de acções de formação e o desenvolvimento de estratégias de inserção adaptadas ao teletrabalhador e às necessidades e expectativas das empresas. |
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