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A relação entre teoria da mente e cognição social em crianças em idade pré-escolar

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este estudo tem como objetivo verificar se existem semelhanças entre as tarefas de falsas crenças da teoria da mente e a sua relação com a cognição social (descentração afetiva e cognitiva), em crianças em idade pré-escolar. Participaram no estudo 30 crianças (15 raparigas e 15 rapazes), com idade média de 54,83 meses. Para a recolha de dados, administrou-se as tarefas de falsas crenças com objetos físicos e sociais de Hudges, e Dunn (1998), Nguyen, e Frye (1999), adaptado por Harwood, e Farrar (2006), para a avaliação do desenvolvimento da linguagem, o subteste de Nomeação (Sim-Sim, 2006) e a bateria de provas sociocognitivas de Lefebvre-Pinard, e Strayer (1980) para avaliar a cognição social. Os resultados mostram que existe uma relação significativa entre as tarefas de falsas crenças com objetos físicos e as de objetos sociais, bem como é visível um efeito significativo nas tarefas de falsas crenças com objetos físicos, não demonstrando a existência de relação significativa entre as tarefas de falsas crenças com objetos sociais e a descentração afetiva. Também sugerem que existe uma relação significativa entre as tarefas de falsas crenças com objetos físicos e a descentração cognitiva, assim como sugerem que existe uma relação significativa entre a linguagem e a teoria da mente e a idade e a teoria da mente. O conhecimento do background familiar pode contribuir para se compreender até que ponto as diferenças individuais das crianças são fatores que estão a mediar a relação entre a teoria da mente e a cognição social.
Autores principais:Maduro, Susana Isabel Labreca
Assunto:Teoria da mente Cognição social Descentração afetiva e cognitiva Linguagem Theory of mind Idade Social cognition Affective and cognitive decentration Language Age
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:Este estudo tem como objetivo verificar se existem semelhanças entre as tarefas de falsas crenças da teoria da mente e a sua relação com a cognição social (descentração afetiva e cognitiva), em crianças em idade pré-escolar. Participaram no estudo 30 crianças (15 raparigas e 15 rapazes), com idade média de 54,83 meses. Para a recolha de dados, administrou-se as tarefas de falsas crenças com objetos físicos e sociais de Hudges, e Dunn (1998), Nguyen, e Frye (1999), adaptado por Harwood, e Farrar (2006), para a avaliação do desenvolvimento da linguagem, o subteste de Nomeação (Sim-Sim, 2006) e a bateria de provas sociocognitivas de Lefebvre-Pinard, e Strayer (1980) para avaliar a cognição social. Os resultados mostram que existe uma relação significativa entre as tarefas de falsas crenças com objetos físicos e as de objetos sociais, bem como é visível um efeito significativo nas tarefas de falsas crenças com objetos físicos, não demonstrando a existência de relação significativa entre as tarefas de falsas crenças com objetos sociais e a descentração afetiva. Também sugerem que existe uma relação significativa entre as tarefas de falsas crenças com objetos físicos e a descentração cognitiva, assim como sugerem que existe uma relação significativa entre a linguagem e a teoria da mente e a idade e a teoria da mente. O conhecimento do background familiar pode contribuir para se compreender até que ponto as diferenças individuais das crianças são fatores que estão a mediar a relação entre a teoria da mente e a cognição social.