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Mudanças no comportamento sexual do adolescente decorrentes do surgimento da SIDA no contexto social

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Atualmente existe um grande número de pessoas contaminadas com o vírus da SIDA, manifestando sintomas entre os 20 e 30 anos. Como o vírus pode ficar inativo no organismo por anos, existe a possibilidade da contaminação ter ocorrido na fase da adolescência. Com o objetivo de obter maior conhecimento sobre a relação entre adolescência e SIDA, foram realizadas entrevistas com uma amostra de 127 adolescentes na faixa etária dos 13 aos 20 anos. Foi utilizado um questionário contendo 22 perguntas. Resultados obtidos revelaram que 67% dos entrevistados apresentaram um nível bom de informação em relação ao conhecimento da SIDA. Em relação ao conhecimento sobre as formas de contaminação o sexo masculino apresentou um bom nível e o o sexo feminino apresentou um nível regular. Quanto às formas de prevenção, 51% dos entrevistados denotaram um nível regular. Sobre a procedência das informações, constatou-se que o maior percentual encontrou-se nos meios de comunicação, seguido da escola. Verificou-se que entre os adolescentes, 100% do sexo feminino relacionavam afetividade e sexo, enquanto que entre o sexo masculino, 67% não faziam essa relação. A maioria afirmou que houveram mudanças no comportamento relativas à prevenção. De um modo geral pode-se concluir que os adolescentes apresentaram um nível de conhecimento adequado e suficiente sobre a doença, apesar da existência de algumas concepções equivocadas e preconceituosas.
Autores principais:Brasil, Luciane Scarpante
Outros Autores:Mitsui, Renata Emi; Pereira, Ana Maria Benevides; Alves, Rozilda das Neves
Assunto:Adolescência Sexualidade SIDA Adolescence Sexuality AIDS
Ano:2000
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:Atualmente existe um grande número de pessoas contaminadas com o vírus da SIDA, manifestando sintomas entre os 20 e 30 anos. Como o vírus pode ficar inativo no organismo por anos, existe a possibilidade da contaminação ter ocorrido na fase da adolescência. Com o objetivo de obter maior conhecimento sobre a relação entre adolescência e SIDA, foram realizadas entrevistas com uma amostra de 127 adolescentes na faixa etária dos 13 aos 20 anos. Foi utilizado um questionário contendo 22 perguntas. Resultados obtidos revelaram que 67% dos entrevistados apresentaram um nível bom de informação em relação ao conhecimento da SIDA. Em relação ao conhecimento sobre as formas de contaminação o sexo masculino apresentou um bom nível e o o sexo feminino apresentou um nível regular. Quanto às formas de prevenção, 51% dos entrevistados denotaram um nível regular. Sobre a procedência das informações, constatou-se que o maior percentual encontrou-se nos meios de comunicação, seguido da escola. Verificou-se que entre os adolescentes, 100% do sexo feminino relacionavam afetividade e sexo, enquanto que entre o sexo masculino, 67% não faziam essa relação. A maioria afirmou que houveram mudanças no comportamento relativas à prevenção. De um modo geral pode-se concluir que os adolescentes apresentaram um nível de conhecimento adequado e suficiente sobre a doença, apesar da existência de algumas concepções equivocadas e preconceituosas.