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Biografia em palco : Contribuição para a teoria psicodramática
| Resumo: | Este estudo tem como objectivo reflectir sobre a compreensão do desenvolvimento da Identidade e a importância da relação com outros nesse processo. Foi considerado pertinente para esta reflexão o uso da teoria Psicodramática e a sua relação com o Corpo. O sujeito do estudo é uma jovem adulta de 21 anos, de orientação homossexual. A reflexão sobre o desenvolvimento identitário foi explorado com base no estudo de diversos Papéis (Psicossomáticos, Sociais e Psicodramáticos), mencionados na teoria psicodramática, assim como na forma como estes se inter-influenciam. Ao longo das entrevistas clínicas não directivas, notou-se que a ausência de um ambiente afectivo facilitador parece ter dificultado a integração da consciência do corpo, independente e autónomo, com um tempo/espaço próprios. Neste sentido a colagem a papéis rígidos e ao social/banal surgiu, então, como um Falso Self, uma forma protegida de relacionamento interpessoal. |
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| Autores principais: | Nunes, Hugo Filipe Ramos da Silva |
| Assunto: | Identidade Psicodrama Psicossomática Identity Psychodrama Psychosomatic |
| Ano: | 2009 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | Este estudo tem como objectivo reflectir sobre a compreensão do desenvolvimento da Identidade e a importância da relação com outros nesse processo. Foi considerado pertinente para esta reflexão o uso da teoria Psicodramática e a sua relação com o Corpo. O sujeito do estudo é uma jovem adulta de 21 anos, de orientação homossexual. A reflexão sobre o desenvolvimento identitário foi explorado com base no estudo de diversos Papéis (Psicossomáticos, Sociais e Psicodramáticos), mencionados na teoria psicodramática, assim como na forma como estes se inter-influenciam. Ao longo das entrevistas clínicas não directivas, notou-se que a ausência de um ambiente afectivo facilitador parece ter dificultado a integração da consciência do corpo, independente e autónomo, com um tempo/espaço próprios. Neste sentido a colagem a papéis rígidos e ao social/banal surgiu, então, como um Falso Self, uma forma protegida de relacionamento interpessoal. |
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